Elohim – Mágico como as borboletas – 26.03.2017

Elohim – Mágico como as borboletas – 26.03.2017

Somos a positividade que pulsa em vosso coração quando vocês escolhem ir pelo bom caminho. E o bom caminho é a felicidade.

Nós viemos professar o Bem. Enquanto muitos falam de guerra, nós falamos de paz. Enquanto muitos falam de violência, nós escolhemos falar de amor e respeito. Enquanto muitos protestam, nós escolhemos a gratidão. Enquanto muitos lamentam, escolhemos apreciar e contar a história do bem vivido e do Bem desejado.

Enquanto muitos se debatem em si mesmos, nós escolhos encontrar quem somos em nós e desfrutar de nossa presença, que quando assumida em integridade, cura as emoções. Enquanto muitos se desesperam, escolhemos nos acalmar, pois tudo está Bem. Enquanto uns choram, escolhemos sorrir, porque o sorriso é mais assertivo do que o choro, no tocante à transformação de vida. Não que não haverá choro, sim, sabemos que faz parte e muitas vezes é por ele que se aliviam. Mesmo assim, se é pra escolher, ficamos com os sorrisos. Eles são levemente positivos, convidativos, agradáveis.

Enquanto uns temem, abraçamos a confiança e dela não arredamos o pé. Porque aqueles que se alicerçam em confiança, de provisão são revestidos e pelas bênçãos são alcançados. Mesmo que pareça não haver saídas, portas se abrem, janelas são feitas. Porque a confiança cria o que parece impossível, visto que ela é a perfeita abertura ao Bem que flui em tudo. É como se dissesse a ele – Venha, eu permito que você se manifeste através de mim com sua essência.

A confiança é a entrega de vossas emoções e pensamentos ao Bem. É alicerçar-se nele, incondicionalmente.

Sim, nós somos as Emanações pulsantes que criam as boas coisas. E vos assistimos em sua jornada terrena neste instante. Vemos cada coisa que acontece em toda parte, porque podemos nos conectar a tudo pelo fio energético-emocional dos Seres que habitam o Universo. Viajamos para onde queremos e nos fazemos presentes onde for necessário. Porque nossa natureza é como o sopro do vento, vem e vai tão rapidamente que nem se percebe de onde ele veio e nem para onde ele vai.

Nossa presença pode ser avassaladora como a forte chuva que cai na tempestade, assim como pode ser delicada como uma borboleta que sobrevoa vossos corpos, e que muitas vezes nem é percebida. A menos, claro, que se façam perceptíveis ao que vos cerca, em positividade. Pois a borboleta só é notada quando estão nesta conexão. Do contrário, ela é como uma folha seca que o vento empurrou, não a percebem. Porque quando estão de mal com a vida se desconectam da magia dela. E o que é uma borboleta aos vossos olhos senão a pura magia da vida?

Gostamos quando ele (Vinícius) suspira enquanto nos permite “falar” convosco. Apreciamos seus pulmões dilatarem, receberem o ar e depois expeli-lo como uma emoção de alívio. O ar sai facilmente, da mesma forma que entra. É leve e o mantém vivo. A coisa mais importante da vida humana é a mais fácil de ser realizada. É tão simples, que mal percebem. Respiram o tempo todo e nem sempre estão conscientes do ar que entra e do ar que sai. Sabem o quão importante é respirar quando ficam meros dez segundos sem inspirar o oxigênio.

E de semelhante maneira, reconhecem a importância do bem quando estão desconectados dele. Às vezes achamos isso interessante. É como parar de respirar um pouco. Se alguém considera sua vida um tormento, experimente parar de respirar e saberá que ficar sem ar pode ser bem mais desagradável. Da mesma forma, os maus estados existem para que sintam em vossos corpos como é ruim se afastar intencionalmente do fluxo. E sempre que se sentem mal, querem desesperadamente voltar para o Bem. É como cessar a respiração por alguns instantes.

Vossas emoções não resistem tanto tempo fora do fluxo. Por isso dói resistir a ele. Resistir ao fluxo vos machuca. Mas achamos essa experiência interessante e positiva de certo modo. Pois se machuca, chama a vossa atenção. E se ficam atentos quando sentem dor, podem através dela perceber a desconexão. Onde foi que ela ocorreu? Em que pensaram? Onde começou o desalinhamento? E se percebem isso podem tomar o caminho de volta. Podem voltar a “respirar”. E quando o fazem, o bem parece ainda mais gostoso e prazeroso de se sentir.

Querem saber o quanto um pedaço de pão ou um simples arroz com feijão pode ser incrivelmente saboroso? Fiquem sem comer por um dia somente. Nada mais. E desejarão com tudo o que são comer um pedaço de pão ou devorar um prato de arroz com feijão. Vinícius sentiu vontade de comê-los enquanto digitava isso. E olha que seu corpo estava saciado! Mas isso se deu porque ele contemplou o que dissemos com os olhos da apreciação e não da fome.

Por isso, perguntamos: Você olham para o Bem da vida com os olhos da apreciação ou da falta do Bem que observam? O que vos motiva a sonhar com algo? A apreciação dele ou a falta que ele faz?Não precisam enxergar pelo prisma da falta os que escolhem observar a vida pela apreciação. Quem escolhe assim, atrai o bem que deseja.

Quem espera vir a falta para então considerar o bem da presença de algo bom ainda não aprendeu a deliberar seu foco. Logo, a vida o estimulará até que pela vivência e experiência cotidiana ele acerte o seu ponto de atração com o Bem. Mas não pela necessidade e sim, pela escolha livre e espontânea.

É aí que tudo ganha a verdadeira cor. É aí que a coisa muda de figura. Porque quando vocês escolhem ser Seres focados no Bem por livre escolha, acertaram no jogo da vida. Se tornam como nós. Caminham conosco nas trilhas do alinhamento. E dizemos a estes — Seremos a vossa inspiração a vos direcionar o olhar a tudo o que vos inspira ao “mais”. Seremos a voz interior que vos orienta como um GPS dizendo: Virem à direita. Virem à esquerda ou sigam em frente. Ou mesmo, parem retornem, pois entraram numa fria.

A estes guiaremos, porque escolhem conosco andar. Já os que optam por focar na visão de vida distorcida e desagradável, bom, nós os deixaremos com suas manifestações cheias de dissabor, sem açúcar e sem sal. Porque sabemos que as tais são como “parar de respirar”. E vivenciando-as, eles exclamarão: Eu quero “respirar”! – E aí, diremos a eles: Então “respirem”! Apenas deixe o ar entrar e depois sair suavemente e se sentirão melhores.

Assim é com o Bem. Apenas inspirem-no, deixem-no entrar. E em seguida, expirem-no, exalem-no ao mundo. E repitam isso ininterruptamente. Parece desafiador, mas é como respirar, tão logo será automático e quando se tocarem serão seres tomados pelo Bem de forma intencional e não mais emanarão o que não procede dele. E aí, tudo será diferente.

Se a maior parte de inspiração e expiração vibratória for em alinhamento intencional com o Bem, então, será uma questão de tempo a vossa vida se tornar tão mágica quanto as borboletas que sobrevoam aqueles que perceptivos ao Bem estão. A vida não é pura magia? Sim, ela é. Sabemos que sim. E gostamos imensamente de saber e viver isso.

Haja luz!

ELOHIM

Canalizado por Vinícius Francis

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Fonte – Os Filhos da Alva

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