Caminhando na Direcção do TEMPO CERTO: O Evento, A Cenoura, A Dupla-fenda e a Progressão Geométrica – 07.03.2017

Caminhando na Direcção do TEMPO CERTO: O Evento, A Cenoura, A Dupla-fenda e a Progressão Geométrica – 07.03.2017

7 Março, 2017 por

Artigo em seu Idioma original – Português – PT

Uma coisa que bloqueia muitas vezes a aplicação das Leis da Manifestação é definitivamente a nossa compreensão do “Tempo”.

O Problema do Objet Petit a.

No mundo ocidental fomos ensinados que, para chegarmos ao ponto A desde o ponto B devemos demorar o menor “Tempo” possível. Estamos sempre a correr entre o ponto A e o B.

Em oposição directa, a filosofia oriental apregoa que, para alcançar o tempo B desde o tempo A, deveremos utilizar o menor “espaço” possível. Dessa forma também não é uma coincidência que muitos idiomas orientais (o chinês e japonês por exemplo) sejam pictóricos e tenham múltiplos significados possíveis para cada caractere. Isso acontece porque eles não são lineares.

Desta forma podemos também entender mais facilmente porque é que ambas as culturas nem sempre se dão muito bem. Uma vê o tempo como uma progressão linear (o discurso e as línguas ocidentais são uma progressão de significados codificados numa sucessão de caracteres), enquanto o outro entende que a questão central é a de manifestar uma gama de potenciais significados dentro de um determinado espaço (um personagem ou um símbolo por exemplo).

Muitas pessoas que estão a seguir os desenvolvimentos em relação ao Evento ao longo de muitos anos, inclusive eu mesmo, estão desenvolvendo a síndrome do “acenar da cenoura”, cujos sintomas incluem expectativas que parecem não se materializar, causando um certo grau de frustração.

Para entender isto devemos também primeiro reconhecer em nós qual a verdadeira profundidade da toca do coelho.

Embora alguns ensinamentos espirituais abordem isso a partir da perspectiva de evitarmos criar expectativas e consequentemente evitarmos a frustração, a questão que eu gostaria de abordar aqui é um pouco mais “fora da caixa”.

A hipótese em que estou trabalhando neste momento é algo na linha de “e se o problema não estiver relacionado com a manifestação das expectativas, mas com um princípio extremamente profundo e distorcido sobre o que realmente poderá ser o “Tempo”?

Acompanhem-me aqui. Vamos usar imagens.

— O Acenar com a Cenoura e o objet petit a

Imagine por um momento que você é, de facto, um coelho a correr atrás de uma cenoura. Você sempre foi ensinado que se corresse “rápido o suficiente”, “de forma suficientemente boa”, “se for corajoso o suficiente” ou “inteligente o suficiente” iria obter essa preciosa cenoura, certo?

Agora imagine o ponto de vista de alguém que sabe que na realidade você não está apenas a andar ou a correr em direção à cenoura. Que na realidade você (o coelho) e a cenoura também estão a rodar, apesar de apenas aparentarem estar a mover-se de forma linear.

Esse alguém sabe que na realidade você não pode alcançar a cenoura apenas por correr até ela, mas na realidade você vai alcançar a cenoura quando você sincronizar as suas rotações e respectiva frequência (vibração) e velocidade ou, como muitas vezes é referido nos ensinamentos espirituais, quando você se torna UM com a “cenoura”.

Em teoria esse alguém com esse conhecimento oculto e profundo pudia usá-lo para controlar o mundo inteiro fazendo-os acreditar que estavam a perseguir os seus sonhos, aspirações e fantasias quando na realidade eles apenas parte da mais épica caça aos gambuzinos jamais vista….

Neste caso, o portador desta inserção em particular poderá ter sido um proeminente psicanalista dos anos 60 chamado Jacques Lacan:

https://lucasnapoli.com/2012/01/08/o-que-e-objeto-a/

E, apenas no caso de porventura estar a questionar-se, o objet petit a é a cenoura pendurada:

O desejo, por outras palavras, tem pouco a ver com a sexualidade material para Lacan. Ao invés disso ele está emaranhado nas estruturas sociais e restrições, na versão fantasiosa da realidade que sempre dominou as nossas vidas após a nossa entrada na linguagem. Por isso, Lacan escreve que “o inconsciente é o discurso do Outro”. Mesmo os nossos desejos inconscientes são, por outras palavras, organizados pelo sistema linguístico que Lacan denomina a ordem simbólica ou “o grande Outro”. Numa certa perspectiva, então, o nosso desejo nunca é propriamente nosso, mas é criado por meio de fantasias que são capturadas em ideologias culturais e não na sexualidade material. Por essa razão, segundo Lacan, o comando que o superego dirige ao sujeito é, entre todas as coisas, o de “Desfrute!”. O que podemos acreditar ser o mais pessoal e rebelde (o nosso desejo) é, de facto, regulado, mesmo comandado, pelo superego (Fonte).

Poderão as nossas sociedades ter sido furtiva e subliminarmente programadas para enterrarem isso tão profundamente no inconsciente colectivo, de forma tão profunda que ninguém supostamente “deveria” alguma vez o encontrar?

Se eles fazem isso com tantos outros aspectos do controle das mentes em massa, então isto também é uma forte possibilidade.

A minha opinião é sempre a de que, se eles conseguem, eles provavelmente já o fizeram….

Esta premissa de que os desejos são, em última análise, inacessíveis ou intangíveis é um sistema de crenças que alimenta a entropia e que bloqueia o próprio processo de manifestação.

Isto aumenta a entropia e o caos e diminui a probabilidade de manifestação de um resultado desejado porque aumenta o número de potenciais resultados.

E está provavelmente mais embutido nas nossas redes neurais através da programação cultural e engenharia social do que nós gostaríamos de admitir.

É a raiz da não-manifestação – a cenoura pendurada.

A única forma de sairmos desta prisão mental é através do mesmo nível de desprogramação mental.

Compreender as Leis da Manifestação implica uma desafiadora compreensão das Leis Naturais que NÃO é abordada de qualquer forma pela ciência convencional, numa perspectiva coerente.

No entanto, existe até uma experiência laboratorial marginalizada, mas validada pela ciência convencional, que é chamada de experiência da dupla fenda. É um dos argumentos tangíveis que pode ser usado para fundamentar a natureza imaterial do Universo:

Leia Aqui ou Aqui.

Mas esse nem sequer é o meu objectivo aqui.

O cerne da questão é que estamos a alterar o resultado apenas ao considerarmos o potencial que um resultado em particular tem de se manifestar.

Embora possamos facilmente relacionar-nos com o conceito da natureza imaterial do Universo, convém respirarmos profundamente antes de mergulharmos no porquê do resultado mudar quando estamos a observa-lo.

Entender a possível mecânica do Mundo Natural pode levar-nos ao resultado desejado: o ponto no Tempo em que a nossa realidade desejada (o Espaço) se vai manifestar.

Teremos de aprofundar modelos alternativos que explicam a mecânica do nosso Universo Natural para uma melhor compreensão.

Nesse sentido, eu vou usar o meu modelo alternativo favorito que é a Teoria dos Sistemas Recíprocos (RS) fundada por Dewey Larson:

http://pt.prepareforchange.net/

Do ponto de vista da realidade consensual o “Tempo” é uma espécie de progressão aritmética:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Progress%C3%A3o_aritm%C3%A9tica

Isto significa que a diferença entre os termos é constante. É bastante linear.

A proposta de Larson no entanto é que o “Tempo” é um aspecto Recíproco do Espaço e que eles são um agregado em que o rácio da transformação entre esses dois aspectos é o que produz movimento escalar (espaço vetorial).

Nesta proposta, o Espaço torna-se a parte visível e tangível do Universo, enquanto o Tempo seria o aspecto imaterial, intangível e subtil do Mundo Natural.

O “Tempo”, sendo um aspecto recíproco do Espaço, seria descrito como vetor também mas, de forma mais interessante, teria de ter também as 3 dimensões necessárias para definir o movimento (o vetor).

O Espaço poderia também ser interpretado como o aspecto masculino, direccional, criativo, tangível e cativo da matéria, enquanto o “Tempo” seria o aspecto feminino, receptivo, rotacional, esférico, emocional, cósmico e intangível do Universo Natural.

No caso de estar a questionar-se sobre o que é que isso tem a ver com o Evento, basta acompanhar-me ao longo das próximas linhas. Vamos lá chegar.

Poderá haver um problema de comunicação a interpor-se no caminho da manifestação. Usando o modelo RS podemos afirmar que quando uma intenção específica é enviada você está a enviar na realidade ondas, ondas escalares do Tempo A para o Tempo B. Não é por acaso que uma vez alguém disse que os pensamentos são eléctricos e as emoções são magnéticas. Isso acontece porque eles produzem movimento no “Tempo”.

E a emoção (energia (e) + movimento (moção)) produz um campo magnético que tem uma corrente. O complexo que produz “e-movimentos” e pensamentos são, portanto, os nossos corpos mentais, etéricos e astrais que então produzem as reações recíprocas no corpo espacial ou material (neurónios, células, reacções químicas, sentimentos, sensações, ect).

As habilidades psíquicas são, portanto, os sentidos dos corpos não-espaciais (mental, etérico, astral) a desencadearem reacções no corpo espacial (material).

Aqueles que chamamos de seres “Ascensos” podem muito bem viver numa realidade onde eles podem dominar esta relação do agregado espaço / tempo onde eles manifestam simplesmente estando plenamente conscientes deste complexo do ponto de vista da Consciência. A Consciência é o conhecimento integral de como ele funciona e, quando você sabe como funciona na sua totalidade bem… funciona!

Os que apelidamos de seres 4D ou 5D podem estar a viver numa realidade onde eles podem ler, transcrever e manipular aspectos do complexo agregado do Espaço / Tempo e embora vivam, em menor grau do que nós, no Mistério de Não Conhecerem o Absoluto, eles contudo interagem intencionalmente com ele (o Absoluto) para resolverem esse paradoxo.

Os seres Ascensos ou altamente psíquicos (4D / 5D) muito provavelmente NÃO entendem a nossa percepção linear do “Tempo”.

Isso cria um problema de comunicação sério. Porque cada vez que você pergunta “quando” a um ser Ascenso ou altamente psíquico ele pode muito bem não entender plenamente a questão e desencadear uma resposta do tipo “o que é o quando? O que é amanhã? O que é um ano?”. Mas ele não usaria palavras, mas sim provavelmente uma e-moção ou imagem que você não conseguiria facilmente interpretar.

A sua compreensão é mais provável que seja do ponto de vista da Convergência de Potenciais e, portanto, a comunicação deve ser centrada em torno de imagens, e-moções e direcções do “fluxo” interior. O discurso na forma linear como nós o usamos para efeitos da comunicação com eles pode produzir alguns mal-entendidos em larga escala que, por vezes, conseguimos indentificar em muitos textos canalizados. Isto porque estamos a ler algo que é feito para ser sentido e entendido como um ponto de convergência para… Para eles a comunicação com palavras deve parecer algo tão primitivo que mal consigo imaginar…

Nós estamos do outro lado do espectro no decorrer da maioria do nosso “Tempo” e reconhecemos consensualmente a existência do Absoluto através das doutrinas religiosas, mas está profundamente semeado no cerne dos nossos corpos emocionais (etérico, mental, astral) a impossibilidade de Conhecer o Absoluto e, portanto, não interagimos intencional e coerentemente com ele para resolvermos a situação.

Quando eu digo “resolver” aquilo que eu realmente estou a falar é de potenciais. Um e-movimento é um potencial no Tempo para um determinado resultado. Mas não é o “resultado”.

O “resultado” acontece quando o espectro de potenciais é reduzido para UM. O UM reconhece-se como um único potencial e é para aí que tudo neste Universo está organicamente caminhando – aquilo a que chamamos de FONTE.

A Fonte expressa o potencial do UM através daquilo a que Rupert Sheldrake apelida de Ressonância Morfológica ou Campo Morfogenético (Leia mais Aqui).

É a minha suposição (o EU que vive no Mistério de NÃO Saber) que a força do ÚNICO potencial é o que mantém o agregado do Espaço / Tempo em coesão. É a Força ou o Campo Universal da Consciência que mantém tudo a funcionar em Sintropia, progredindo para se afastar do Caos e a fluir. É aquilo a que Larson chamou de Sector Ético no seu último e inacabado livro.

Também é a minha suposição que o Campo Fonte não gera emoções por si só. É a interação entre nossos corpos multidimensionais do agregado Espaço / Tempo o Campo Fonte que cria as e-moções, sentimentos e a Consciência do SER. É a CONEXÃO. É nós respondemos à CONEXÃO.

Em contraste os seres psíquicos (4D ou 5D) Intencionalmente conectam-se com o Campo Fonte, interagem com o Campo Fonte e reduzem os potenciais resultados no processo. Daí eles moverem-se em Sintropia, o oposto da entropia.

Leia Aqui ou Aqui.

Agora, o que é que isto tem a ver com o Evento podem perguntar? O que é que isto tem a ver com a Ascensão?

Bem, quando você compreende os aspectos mecanísticos é sempre muito mais fácil alcançarmos o Tempo A desde o Tempo B recordam-se?

À medida que interagimos mais com seres psíquicos e desenvolvemos mais as nossas próprias habilidades psíquicas, devemos começar a procurar entender que aquilo a que chamamos “Tempo”, na realidade, pode ser algo tão simples como um potencial para um resultado.

Todas as manipulações a que estamos sujeitos em termos de “Tempo” destinam-se apenas a aumentar a entropia, o caos e em última análise o número de resultados potenciais, também conhecidos como “linhas temporais”.

Enquanto dormíamos alguém teve a ideia de lançar o conceito de “tempo linear” para fazer com que o “coelho” persiga a “cenoura” em vez de se sincronizar com ela – a caça aos gambuzinos.

E ainda têm o benefício extra de nos jogarem “Tempo” (com emoções através da programação cultural e subliminar) para nos colocarem onde eles querem que estejamos no “Tempo”, sem que nós sejamos capazes de reconhecer isso e, portanto, criando a manifestação da sua própria realidade (Espaço) pretendida.

Portanto, na minha opinião o Evento é a jornada, o fluxo para o impulso do potencial do UM da infinita Sintropia da Fonte.

Quando esse potencial é alcançado, mesmo que dure apenas um “momento”, a sincronização activa e inicia uma reação em cadeia com uma explosão através do Campo Fonte que faz com que cada estrela no caminho dessa onda de choque “espirre” também de forma sequencial.

O “espirro” é a aceleração, a subida de uma oitava na frequência, a Grande Convergência para o potencial ÚNICO, onde tudo a partir de então irá interagir numa nova complexidade de resultados potenciais.

Um ponto nodal, portanto.

No entanto, eu que vivo no Mistério de Não Saber, estou a assumir que essas relações, essa velocidade da transformação é comandada pela Consciência, mas a Consciência em SI, sendo um campo totalmente distinto dos demais, não funciona com progressões escalares ou vetores pois é OMNIPOLAR e APOLAR ao mesmo tempo.

OMNIPOLAR significa que a Fonte é capaz de ser as suas partes fractais, as faíscas do Espírito, as Almas e alcançar movimento em qualquer polaridade que pretenda, enquanto é APOLAR por ser capaz de ser o UM ao “mesmo Tempo” (o que significa todos os “Tempos”).

Também os aspectos Feminino e Masculino da Fonte podiam ser expressos da mesma forma porque o “sopro” polar e expansivo da Fonte poderia ser interpretado como o aspecto Masculino, enquanto o UM e o estado apolar poderão ser interpretados como o aspecto Feminino.

Se houvesse alguma matemática que pudesse explicar como funciona eu diria que a Fonte “respira” exponencialmente numa progressão geométrica. À medida que nos aproximamos dos potencial da UNIDADE, os multiplicadores decrescem.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Progress%C3%A3o_geom%C3%A9trica

Isso pode significar que a Consciência do Co-Creativa de Grupo sempre converge a um ritmo constante, mas à medida que as emoções associadas a um determinado resultado se tornam mais visíveis no horizonte e mais semeadas nos nossos corpos emocionais, os rácios (multiplicadores) podem variar.

Então vamos supor, por exemplo, que o grande evento cósmico estava agendado para 4 de Março de 2018, exactamente um ano linear a contar a partir de agora. Os planos foram feitos, as datas foram definidas, os processos teriam início por forma a cumprir esses prazos.

E vamos supor também que, devido a algum tipo de milagre, todos os seres neste planeta teriam acesso a essa mesma informação.

Com a compreensão actual e consensual do “Tempo” linear, as emoções associadas a essa data brotariam por todos os lugares. Emoções que a maioria das pessoas nem sequer consegue regular adequadamente por causa da programação, trauma, controle da mente, ect.

Porque não temos a compreensão colectiva do que é o “Tempo”, estaríamos a olhar para o Evento da perspectiva da dupla fenda, jogando “objectos temporais” para o meio da estrada inconscientemente, obstáculos na paisagem temporal no caminho para o “espaço” (Realidade) que visionamos.

Assim, aumentaríamos o número de resultados potenciais, a entropia e ADIARÍAMOS O Evento!

Mesmo se a data no tempo linear se mantivesse (o que eu duvido) um ano ia parecer 10 ou 30!

Assim, desde a nossa compreensão actual e limitada qual poderá ser a abordagem mais correcta?

Sabemos que se reduzirmos os resultados potenciais para UM o Evento acontece. Os resultados potenciais são reduzidos quando criamos campos de ressonância coerentes com a nossa Consciência Co-creativa de Grupo, quando nós semeamos as e-moções (objectos temporais) que funcionam como uma espécie de Ponto Atractor, pontos de Convergência que reduzem os resultados prováveis ao espaço (realidade) que nós queremos manifestar.

Então, devemos semear as ideias, aumentar a convergência e aumentar o rácio exponencial de coalescência da nossa Consciência Co-criativa de Grupo.

É para isso que se destinam as nossas meditações semanais sincronizadas.

Quando manifestamos a nossa intenção enviamos ondas de um lado para outro no Tempo e mudamos o presente, o passado e o futuro.

Porque as e-moções são e-movimentos, são fluxos magnéticos que atraem mais ressonância e impulso Atractor a partir daí.

Essas mudanças são captadas pela Fonte através do seu campo mórfico que, posteriormente, aumenta a coerência do campo Original (o UM) criando mais compressão nas células do agregado Espaço / Tempo.

Não é como se a Unidade fosse destruir a Dualidade, simplesmente a mantém mais ou menos coerente, mais ou menos em equilíbrio, mais ou menos na Sintropia.

Na minha opinião, este é o Avanço por Compressão. O UM trazendo a ordem e equilíbrio à Dualidade que é o Universo Natural e as suas leis.

Cada vez que subimos uma oitava o rácio comum, o multiplicador, sobe uma oitava também. Visto que a Fonte é interactiva e dinâmica responde também aumentando a compressão exercida sobre a Dualidade.

A Fonte está sempre a saltar uma oitava cada vez que respira, é simplesmente a nossa não-interacção, a nossa não-conexão que atrasa a percepção, porque estamos a tentar viajar no Espaço, quando na verdade deveríamos fazê-lo no Espaço e no Tempo – as duas facetas da Dualidade.

O ponto a reter aqui é que, se esta progressão geométrica da Fonte é, pelo menos, um possível resultado a conclusão poderá ser a de que tudo o que está sincronizado é um ponto Atractor, um fluxo magnético que se acumula e soma a outros fluxos com a mesma Ressonância.

Então a Fonte responde a essa coerência e como o trampolim gigante e infinito que é faz tudo saltar para o próximo nível.

A Fonte está sempre a ouvir.

Mas estaremos nós a ouvir?

Estaremos nós focados nos nossos e-movimentos (e-moções), estaremos a criar a paisagem temporal (e-movimentos, formas de pensamento, pensamentos, imagens) para chegar ao “Espaço” (realidade) desejado?

Estamos a ser disciplinados e coerentes o suficiente com nossos padrões e-mocionais?

Para mim existem apenas duas formas possíveis do Evento ocorrer.

Ou acontece porque nós já ultrapassamos colectivamente o ponto de exaustão e estamos para além do ponto em que “ninguém mais se importa”, e quando nós estamos nesse ponto nós removemos o efeito da dupla-fenda sobre ele, desapegando-nos de forma eficaz dele, libertando-o fazendo com que ele aconteça. No entanto, o ponto em que “ninguém mais se importa” é absolutamente o pior cenário possível não só porque poderá demorar imenso, mas porque a quantidade de sofrimento neste planeta não é algo que possamos tolerar mais neste momento presente. O ponto em que “ninguém mais se importa” está definitivamente fora de questão.

Por isso, resta-nos apenas com a outra opção que é fazer ele aconteça.

E “fazer com que aconteça” implica que alguns pré-requisitos sejam atendidos:

. Compreender completamente, na melhor das nossas possibilidades, a extensão, a mecânica e as práticas da matriz de controlo: você não pode vencer o que não conhece. Isso inclui o conceito do “Tempo”;

. Foco inabalável e totalmente determinado;

. Disciplina total e provavelmente quase “militar”: concentre-se no que expande a SUA Consciência e a Conexão com a Fonte e a Consciência Co-Criativa de Grupo e pratique isso em todas as frentes dos seus esforços pessoais.

Espero que ao lançar alguma Luz sobre uma possível estrutura, arquitectura e mecânica do nosso Universo conhecido também possa ajudar a que mais pessoas compreendam a importância da meditação, sincronização, visualização e disciplina no processo de Manifestação.

O mesmo se aplica ao processo de Divulgação das informações e de construção da massa crítica para a Mudança.

Cada vez que vacilamos em direcção a algo Temporal (e-mocional) isso também se manifesta na paisagem temporal porque cria um novo potencial, um novo resultado possível e aumenta a entropia – o caminho exactamente oposto do Evento.

Assim como a maioria das pessoas eu ainda não estou “lá”, mas estou a começar a reconhecer esse caminho, parece-me familiar, e estou apenas a começar a entender agora o que pode ser a interacção com a Fonte, em vez de apenas reagir a ELA.

A boa notícia é que estamos apenas a começar e podemos criar todo o “Tempo” que precisamos.

De qualquer forma a expressão “fique sintonizado” definitivamente vai ganhar um novo significado daqui em diante.

PS: Não é mencionado no texto acima, mas as palavras escritas ou faladas podem não ter as propriedades necessárias para suportar todos os significados multidimensionais que descrevem a estrutura e os mecanismos do Universo e, portanto, podem de alguma forma limitar nossa percepção do quadro maior.

Read in: English

Fonte – Prepare for Change

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