Um ensaio sobre a Consciência Crística… – 27.01.2017

Um ensaio sobre a Consciência Crística… – 27.01.2017

Nota do Monicavoxblog – Em primeiro lugar, de maneira nenhuma queremos dizer ao falar de Consciência Crística, (como costumam chamar aqueles que já tem entendimento deste nível de espiritualidade a chamam), que ela é em algum grau para ser considerada como mais ou melhor do que qualquer outra maneira de pensar. De minha perspectiva, aquilo que chamamos de Consciência Crística teve, tem e terá muitas diferentes espécies de manifestações em nosso planeta. A Consciência Crística e a natureza de Buda são as mesmas energias, a mesma Consciência. De fato, aquilo que  reconhecemos como Consciência Crística manifestou-se e encarnou-se em nosso planeta de muitas maneiras diferentes e sob diferentes formas. Em sua definição fundamental o que chamamos de Consciência Crística ou natureza de Buda é simplesmente o espírito coletivo do mundo, de todas as suas consciências combinadas. Portanto, nós também somos Consciência Crística, natureza de Buda, o Grande Espírito, nesse sentido.

reiki-gratidaoComo muitos de nós estamos começando a perceber, o conceito total não é tanto o conceito religioso da Consciência Crística, mas o despertar do espírito de Unicidade, o espírito de amor, o espírito de criatividade dentro de cada um e de todos nós. Esta é a chamada Segunda Vinda. É claro que não é a segunda, pois isso já aconteceu muitas vezes. Isso foi apresentado a nós e refletido de muitas maneiras e estilos diferentes daquilo que chamamos de origem das religiões em nosso planeta, embora o que  chamamos de religião nunca tenha sido a intenção de nenhum daqueles nos quais essas religiões foram baseadas. O que chamamos de Jesus, o que chamamos de Buda, o que chamamos de Krishna, o que chamamos de Maomé e todos os outros a que quiserem dar nome – nunca tiveram a intenção de começar o que nós agora temos em nosso planeta sob o formato de uma religião. Eles nunca esperaram seguidores.

Estão dizendo a cada um de nós que podemos ser o mesmo que eles, ser como eles, agir da maneira deles. A frase “Eu sou o caminho” simplesmente significa “Sejam assim” e estarão refletindo a mesma energia, a mesma consciência, a mesma ideia. Não significa seguir. Não significa criar um ritual em torno deles. Significa que nós somos Um, que todos podem fazer as mesmas coisas. Isso foi dito, na realidade, literalmente por muitos desses grandes instrutores que vieram a este planeta. Mas, é claro que, devido a certos tipos de pensamentos de separação, de limitação e de crenças negativas, muitos de nós sentimos que não merecemos reconhecer essa chama dentro de nós, essa energia, essa Luz … Portanto, se segregamos esses ensinamentos, colocando-nos abaixo do nosso potencial e não nos consideramos iguais a eles (potencialmente falando), criamos rituais em torno deles, simplesmente agindo como seguidores em vez de co-criadores, que é o que eles queriam partilhar conosco, entregar-nos – que somos tudo, nesse sentido, capazes de manifestar tudo, até mais do que eles manifestaram em nosso planeta, cada um deles em especial.

— A Era Transformacional

Reconheçamos que uma das razões pelas quais temos em nosso planeta essa assim chamada era transformacional, Nova Era, é que há um novo reconhecimento, um novo despertar. Esse despertar é uma compreensão que não é sobre seguir alguém ou sobre rituais, mas sobre ser Uno, sobre agir como se soubéssemos que somos a Consciência Crística, a natureza de Buda, o espírito de Krishna.

É o que  chamamos de Deus, o que chamamos de Tudo Que Existe, o Infinito, como quiserem chamar não importa, pois saibam que tudo é verdade. Lembrem-se de que quando falamos sobre a ideia de alguma coisa ser onipotente, então ela é tudo o que pode ser e tudo o que podemos possivelmente imaginar ser, todas as representações são verdadeiras. Se fosse menos, então não haveria o Tudo Que Existe por definição. Dessa forma, podemos chegar até ela a partir de diferentes caminhos, mas simplesmente reconheçamos que somos uma parte dela, e ela é uma parte de nós, simplesmente uma expressão diferente dela. Não estamos separados dela. Ela não está separada de nós. É tudo um único acontecimento energético, embora possa haver diferenciação e diversificação dentro dele, o que é belo em si.

É no reforço dessa individualidade que veremos a maior unidade e harmonia aparecerem em nosso planeta. Pois não podemos ter verdadeira harmonia se não tivermos força em cada um dos componentes individuais, de maneira que cada um representa a si mesmo como é na verdade, como foi na verdade criado para ser. Cada um de nós é único por uma razão: A unidade não significa que devamos nos tornar homogêneos e perder nossas características identificadoras. Não. Significa que cada um de nós tem que ser forte o suficiente dentro de si mesmo para respeitar sua individualidade ao máximo e respeitar todas os outros reflexos individuais do Infinito. Porque eles são todos reflexos do Infinito, e se eles realmente existem, eles têm uma razão para existir. Se não houvesse nenhuma razão para existirem, se eles não fossem aspectos do Infinito, eles não poderiam, por definição, existir.

Não importa que tipo de questionamentos  tenhamos, é fundamentalmente nossa capacidade de reconhecer e de nos tornar mais cônscios do conceito de que somos seres auto-capacitados que temos assegurada a ideia única, como todos os seres têm, da livre-escolha e da escolha de sermos nossos Eus próprios, completos. Não o que os outros dizem que devemos ser, mas nosso Eu próprio verdadeiro, completo, com integridade, com alinhamento, intenção e ação. Ao escolher assim, nós nos tornamos nossa peça única do quebra-cabeça que, quando colocada junto às outras peças únicas, formará impecavelmente a figura inteira do infinito Tudo Que Existe. Somente sendo essa peça inteira é que poderemos preencher o pedaço que é a forma de nossa peça em especial. Se tentarmos ser uma peça de quebra-cabeça que não somos, não preencheremos aquele pedaço e não ajudaremos a criar a figura completa.

yoga-meditacao-naturezaVisão pessoal…

Nós estamos simplesmente carregando a bagagem da expectativa naquilo que estamos fazendo neste momento desta Transição Planetária. A ideia é que podemos ter um objetivo, mas existem muitas maneiras surpreendentes de podermos atingi-lo, além daquela que nosso pensamento é capaz de compreender. Portanto a ideia é, sim, podemos ter um plano ou um caminho, uma estrutura geral que acreditamos que iremos seguir, mas se não chegarmos à fluir exatamente daquela forma, isso quer dizer que existe algo talvez maior, mais rico e mais surpreendente do que nossa mente é capaz de atingir.

Quando percebermos isso, naquele momento faremos com que não seja percebido como um erro ou um desapontamento, mas que de repente, seremos elevados á um nível inesperado de clareza. Nós permitiremos a nós mesmos sermos surpreendidos e inspirados, sermos emocionados e abalados, e nossa curiosidade se tornará viva e diremos que isso não foi como o esperado, portanto alguma coisa maior está para acontecer. Esse estado nos elevará para ver o caminho mais claro, a figura maior. Usando uma metáfora, podemos apertar o botão e tomar o elevador tanto para cima como para baixo. Quando chegarmos no fim de um corredor, não esperemos um elevador, mas a nossa escolha do caminho a seguir. Só porque não esperamos o elevador, não significa que tenhamos que descer até o porão e nos lastimar. Os elevadores vão para cima e para baixo. Às vezes eles vão lado a lado, mas isso não chegamos a compreender ainda… mas voltando à  ideia inicial, é que simplesmente, à chegada de um elevador inesperado, temos uma escolha entre os botões para subir e para descer. Escolheremos o que preferirmos, conscientes ou não. De qualquer modo, atravessaremos o processo e seremos uma hora – sem precisar o tempo linear – iluminados por ele. Ganharemos mais prática em compreender que nossos sentimentos estão aí para nos ajudar, e teremos menos reação e mais resposta a eles….

Inspiração…

Cartas de Cristo – A Consciência Crística Manifestada

Um Curso em Milagres

The Second Coming of Christ – Paramahansa Yogananda

Recomendo…

livros-yogananda

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Fonte – Monicavox

2 respostas em “Um ensaio sobre a Consciência Crística… – 27.01.2017

  1. Esta eu posso confiar. Porque estou a dizer isso? Não acredito em todas as mensagens que leio como uma maneira de influenciar as pessoas na ideia que passam certos canalizadores. Sinto muito, mas estou sendo leal e verdadeira a mim mesmo ja que não gosto de mentiras. já questionei bastante o porque de tantas mensagens….não há lógica que uma entidade tenha tanto a dizer….principalmente todos os dias. Interessante que acabei de assistir a 4ª discussão entre Corey Good e David Wilcook que falam justamente sobre isso. Penso que a dificuldade é muito grande tanto para quem se comunica como para aquele que recebe a canalização. Então porque tantas mensagens todos os dias? Elas na maioria das vezes dizem sempre a mesma coisa. Gostei muito de ler sobre consciência cosmica, pois fui muito atingida pelo tema numa época de minha vida, bem depois de ler o livro que tem esse mesmo título da Rosa Cruz.
    Paz e Luz.

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    • Boa tarde irmã Leny,

      São Grupos de Consciências que se utilizam do mesmo nome quando individualizadas ou não. É claro que temos de usar nosso discernimento, nossa intuição para sentirmos se elas tem ou não valor. Procuro absorver somente o que me é útil.

      Namastê!

      Gilberto

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