Mídia Globalizada: Uma Força de Ataque Falhando – 01.11.2016

Mídia Globalizada: Uma Força de Ataque Falhando – 01.11.2016

Começo este artigo com três citações de meu trabalho em progresso, “O Subterrâneo”.

“Existe uma mídia metafísica. Seu princípio básico afirma que nada existe até que se torne informação. Agora temos uma nova distorção: a informação só se torna real quando atinge uma mente já sintonizada com ela. Em outras palavras, a árvore que cai na floresta somente produz um som se algum usuário/consumidor quer receber um vídeo e áudio sobre o evento…”

manipulacao“A informação pode ser vestida de mil maneiras diferentes. Mas tende a ter uma qualidade “elástica”. Com isto quero dizer que você somente enxerga a pessoa conforme a vestiu. Isso é um problema para os mentirosos crônicos que habitam a mídia convencional. Eles se expõem, mesmo que não queiram. É preciso um impulso surpreendentemente pequeno para expor toda a operação. Isto está acontecendo agora, bem na frente dos nossos olhos”.

“A base da grande mídia é o teatro. A notícia para eles é uma cena de teatro. Seus diretores e produtores pensam que estão fazendo um trabalho de primeira classe. Mas eles estão tristemente equivocados. Lacunas e inconsistências estão crescendo. Falta de continuidade, falta de lógica e sentido estão se tornando mais aparentes. A plateia está vendo a farsa. Quem são esses tolos que dirigem a notícia? São pessoas que simplesmente venderam suas almas e encontraram um comprador na elite. Mas esta transação não contém quaisquer garantias sobre a utilidade do que fazem. A notícia para o grosso da população está decaindo e a data de vencimento está cada vez menor. Como as civilizações, os pequenos príncipes da informação sobem e caem vertiginosamente…”

Mídia Globalizada. É um Bom Plano? Vamos Examiná-lo.

A nova mídia tecnocrática é baseada em perfis de usuários. Não existem notícias impactantes a menos que cada membro da audiência seja supervisionado e analisado com base no que ele já gosta e quer.

Chocante? É de se esperar. De que outra forma os tecnocratas utilizariam as incalculáveis horas que gastaram para avaliar seus consumidores/usuários?

Vários anos atrás, eu escrevi:

“A tecnologia Blather já começou, desde que Jeff Bezos, CEO da Amazon, comprou o Washington Post em uma “queima de estoque”. Jeff vai inventar novas maneiras de transmitir a notícia para as (pessoas em movimento) e tornar o Post um sucesso esmagador. Dispositivos móveis. Múltiplas plataformas. O mundo digital substituindo a impressão. Anúncios personalizados para atender aos interesses dos leitores (perfil). Notícias personalizadas para atender aos interesses dos leitores (mais perfil)”.

Em outras palavras, (NÃO) notícias. Se você já pensava que a mídia era irrelevante e enganadora, você ainda não viu nada. A “nova novidade” criará milhões de bolhas virtuais nas quais os usuários podem flutuar satisfeitos, sob os acolhedores telhados de seus pequenos paradigmas favoritos compartimentados.

A gigante tecnológica Apple entrou neste território com um aplicativo que vai entregar “notícias” aos usuários. Uhuuu.

“A (Apple notícias) é parte do próximo sistema operacional iOS 9, pretende ser a principal fonte de notícias para os usuários do iPhone e iPad… A Apple diz que seu aplicativo de notícias segue mais de um milhão de tópicos e mostra histórias relevantes baseadas nos interesses específicos de cada usuário… Joshua Benton do laboratório de jornalismo Nieman disse que o aplicativo será importante porque “através do incrível poder do padrão, a distribuição da Apple colocará a notícia em um patamar totalmente diferente. Este aplicativo (de notícias) estará disponível em centenas de milhões de dispositivos dentro de 24 horas a partir de sua estreia”.

Tradução: Dissecando seus usuários até as unhas dos pés a Apple apresentará a eles bolhas virtuais de notícias somente do que eles querem ver e ler, compartimentando a realidade.

Não apenas uma apresentação geral para todos. De maneira alguma “lojas de notícias” diferentes para o público da Apple.

Isto cria uma nova camada inteira de controle mental.

“Você é um fã de Obama? Aqui estão histórias confirmando sua crença no Profeta”.“Você quer neo-conservadorismo nas pedras com um toque republicano conservador? Aqui estão algumas filmagens de guerra que vão aquecer seu coração”.

“Você acredita que (o impasse no governo) é a nossa maior preocupação? O Congresso não pode fazer nada? Nós temos manchetes para isto daqui até a lua”.

“Sintonizado em fofocas de celebridades? Aqui está o seu mundo em minutos.”

A ideia: convencer todos os usuários, um dia de cada vez, que o que eles acreditam é a única notícia importante do dia, mantendo-os alienados do restante que realmente acontece no mundo real.

É a centralização descentralizada. Um gigante da mídia esculpindo sua audiência global em pequenos pedaços e entregando toda uma série de diferentes mentiras algoritmicamente apropriada e suavemente escondendo a manipulação psicológica.

E para os “usuários marginais?” “Você tem dúvida sobre OGMs? Bem, olhe o que a Whole Foods está planejando para sua seção de produtos mais saudáveis. “Nada sobre os protestos de Maui e a proibição temporária dos experimentos da Monsanto/Dow devastadoramente tóxicos ou os perigos do uso do herbicida Roundup.” “Você é anti-vacina? Desculpe, não temos interesse em você. Você não é um usuário reconhecido, mas aqui está uma “notícia” sobre um menino não vacinado envolvido em um acidente na rodovia”.

Isto soa como ficção científica? Mas não é. É o olhar dominante de um futuro bem próximo. Os motores de busca já estão “personalizando” suas perguntas ou sugerindo palavras quando você digita no celular. A notícia nacional da ABC nos EUA está subindo nas avaliações porque está oferecendo aos espectadores “noticias mais amenas” e gastando menos tempo em edições espinhosas como o Oriente Médio.

O negócio de notícias da mídia convencional está desesperadamente à procura de público. E tratar cada “usuário” como um perfil de pacote-social-construído de preferências superficiais é a sua resposta.

“Sr. X, nós estudamos a pequena bolha virtual em que você vive e agora podemos vender sua marca exclusiva de verdade”.

“Olá público. Vamos torná-los verdadeiros consumidores obcecados, como se não houvesse outro objetivo digno na vida e então vamos identificar o seu perfil de cima a baixo, para descobrir exatamente que tipo de consumidor obcecado você é. Então podemos atingi-lo e manipulá-lo com informações que estimulam exclusivamente suas glândulas supra-renais…”

O Soco Um-Dois.

Qualquer evento real que ocorrer no mundo será pré-mastigado pelos editores de mídia robô e criadores de perfil e, em seguida, dividido em vários pequenos pedaços programados de informação para diferentes públicos.

Quem se importa com o que realmente aconteceu? No novo mundo, não existe “o que realmente aconteceu”. Isto é um erro grosseiro. Uma ideia defeituosa. Um erro metafísico. Só existe apenas uma língua multi-bifurcada da mídia que simultaneamente vomita uma dúzia ou centena de variações do mesmo evento… Porque espectadores diferentes querem e esperam diferentes realidades.

Em 1984, “O Grande Irmão” de Orwell estava emitindo uma única voz nas casas da população. Isto era da velha escola. Isto era tecnologia primitiva. Isto era conseguir a unidade martelando a unidade no crânio da pessoas. Mas agora, a fronteira da unidade é conseguida através da diversidade.

“Queremos transformar todos vocês em andróides, através da propaganda básica e programação neurolinguística (PNL) com uma patética desculpa de educar e informar. No entanto, reconhecemos que vocês vão se tornar diferentes variedades de andróides, mesmo assim vamos atender suas “vontades” com sofisticação tecnológica. Confie em nós. Nós nos preocupamos com o que você prefere”.

Usuário A: “Uau, você viu a cobertura da guerra na fronteira de Chula Vista?”Usuário B: “Guerra? Eles mostraram uma exibição fantástica de drones. Pelo menos cem tipos diferentes. E então eu assisti a um velho filme da segunda guerra mundial sobre combate aéreo”.

Usuário C: “Chula Vista? Ei vi um ótimo espetáculo de alimentos. Uma mulher fez uma torta de limão. Que eu praticamente senti o sabor”.

Usuário D: “Não foi uma guerra na fronteira. Foi uma encenação. E depois disso, os policiais fizeram uma demonstração de todo o seu equipamento. Coletes, escudos, dispositivos de comunicação, granadas, rifles automáticos com silenciadores, bastões. Eu assisto encenações em todo o país. Amo elas”.

Usuário E: “Chula Vista? A única coisa que eu vi de notícia foi um tempo “ensolarado e ameno” para esta semana. Eu assisto todos os canais do tempo. Adoro eles”.

Mas quando uma grande notícia aparece, como as eleições nacionais de 2016 nos EUA, as melodias separadas se reúnem e soam como uma só. A necessidade primordial de concentrar os objetivos do globalismo (na pessoa de Hillary Clinton) apaga todas as outras prioridades. Então os principais meios de comunicação distorcem o que eles precisam distorcer. Servindo a mesma bolha para todos.

Um problema porém está acontecendo. Os principais meios de comunicação foram desmentidos milhares de vezes pelos sites alternativos de notícias, como Wikileaks e Projeto Veritas. Este ataque expôs a verdade e os crimes dos Clinton.

E os sites alternativos de notícias refletem o interesse crescente do público no que realmente está acontecendo em todo o planeta.

O plano tecnocrático para a notícia está falhando.

Foi um bom plano, mas…

Está se tornando um fracasso estrondoso.

A mídia alternativa está forçando a conscientização pública um escândalo gigante após o outro: Hillary/Obama apoiaram a criação e o financiamento da ISIS. As mentiras para justificar as vacinas. O colapso do Obamacare. Os protestos e proibições dos OGM. Os danos e desastres causados pelos pesticidas (Roundup) … E assim por diante.

O resultado? Os principais meios de comunicação estão encurralados em um canto, onde devem defender as mentiras existentes e construir mentiras monolíticas para TODOS o tempo todo. A ideia de criar notícias separadas para cada usuário baseado no perfil está em colapso.

As mídias convencionais estão lutando contra o resto do mundo.

É uma festa.

E não tem data de expiração.

Uma nota final: Trump, Wikileaks, Project Veritas, Drudge, e muitos sites de notícias alternativas criaram uma tempestade perfeita em 2016, fazendo chover na grande mídia. Foi e é sem precedentes. A imprensa convencional foi exposta até suas raízes como nunca antes. A mentira, o conluio, o arrogante senso de afirmar sempre estar certa, o desespero, a corrupção, está tudo lá para quem tem olhos de ver e algumas células cerebrais em funcionamento. Espere que mais está para vir, independente do resultado da eleição. O trem realmente saiu da estação…

©Jon Rappoport

Origem: wakingtimes

Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

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