O lendário Continente de MU e as Raças do Sistema Solar – 08.10.2016

O lendário Continente de MU e as Raças do Sistema Solar – 08.10.2016

Amigos e alunos,

Compartilhamos com vocês um trecho do Livro de Mu, de 1997. Em breve iremos publicar o novo livro “Terra 2” – A Experiência Morontial, que deverá estar disponível nos próximos meses. Este texto traz uma parte importante da história do nosso Sistema Solar e nos faz entender a influência de numerosas raças e interesses que até hoje atuam no nosso Planeta.

Boa leitura.

planetas— O lendário Continente de MU

O Continente de Mu existiu no oceano Pacífico, ocupando o que hoje é coberto pelo mar. Sua extensão era muito grande e ainda hoje possuímos seus vestígios em locais como as Ilhas de Páscoa, Taiti, Samoas, Tongas, Coock, as Carolinas, Havaí, as Marquesas, as Marianas, as Gilbert e o arquipélago das Marshall. O continente de Mu afundou há cerca de 12.000 mil anos, por cataclismos provocados por enormes terremotos e erupções vulcânicas, destruindo-se assim uma civilização de mais de 60 milhões de habitantes. Existem inúmeras lendas de todas as origens, confirmando a existência deste lendário Continente, que deu origem a todas as outras civilizações, culturas e raças. Sem as inscrições e símbolos descobertos no Iucatã, na América Central pelo arqueólogo William Nivem e na Índia pelo grande pesquisador James Churchward, sem suas valiosas descobertas este livro não teria sido completado, comprovando assim a real existência deste vasto Continente de Mu, mencionado pela grande Fraternidade Branca em diversas passagens dos seus ensinamentos nos templos etéricos.

Muitos dos arquivos que acessamos durante o sono, pertencem aos templos etéricos de Mu, que ainda são usados pela grande Fraternidade Branca, pois estes centros não foram destruídos nos cataclismos. Eles muito antes dos primeiros sintomas do final de ciclo, foram transmutados para oitavas superiores. Esses centros possuem uma riqueza de informações a respeito das origens das raças, muito além das traduções feitas pelos arqueólogos da nossa época. Isso fará com que tracemos um paralelo entre estas informações e as de Nivem e James, para poder assim clarear as informações já existentes.

Existem muitas informações que foram extraídas de documentos Troianos, Gregos, do Lhassa e da ilha de Páscoa sobre a existência do continente de Mu e isso levou pesquisadores a traçar hipóteses sobre a origem ou a migração dos povos, para poderem ter bases religiosas ou escritas semelhantes. Porém o que não se encaixava nestas hipóteses, era o fator tempo, como encaixar cronologicamente culturas tão diferentes e ao mesmo tempo tão aparentadas.

Na época do afundamento no oceano pacífico, o continente de Mu possuía uma civilização extraordinariamente organizada e avançada no setor cientifico, deixando muitos dos nossos atuais segmentos para trás. O que não é de admirar, pois essa civilização possuía mais de 200.000 anos, enquanto que a nossa civilização moderna registra cerca de 500 anos. As bases da tecnologia dessa civilização estavam na utilização das forças telúricas e dos Elementais. Eles usavam muito o poder da Terra, digo o poder eletromagnético do próprio planeta. Descobriram as energias potenciais existentes nas interações atômicas através da fusão e não pela fissão, que produz quantidades elevadas de radiação além de ser mais difícil o controle dos detritos gerados. A sua ciência estava embasada nas energias que atualmente os cientistas da NASA e de outros países estão pesquisando, como formas de energia puras, não poluentes, que produzem maior quantidade de energia que qualquer outra fonte conhecida pela nossa tecnologia convencional. Pelos registros que tenho conseguido interpretar via telepática, eles controlavam inclusive as tendências climáticas, para facilitar os cultivos nas lavouras. Sua civilização era mais agrária, não existiam centros populacionais tão avantajados como os nossos e as suas maiores cidades possuíam no máximo 2 milhões de habitantes, estando a grande maioria afastadas. Cada moradia possuía o seu sistema de suprimentos de energia com base nas fontes provenientes das profundezas da Terra. Não que eles cavassem covas profundas, mas os seus equipamentos eram capazes de captar as energias cinéticas e consequentemente eletromagnéticas existentes nas grandes camadas magmáticas da Terra. Existem também citações sobre a capacidade de drenar a energia interna diretamente do Sol Central que é o grande Espírito da Mãe-Terra. Contudo, esses registros não são claros o bastante, mas demonstram a capacidade de obtenção de uma quantidade muito elevada de energia, utilizada inclusive em aeronaves interplanetárias. Eu sei por outras canalizações, que as atuais civilizações intraterrenas possuem essa tecnologia, aproveitando a grande energia, o Prana do Sol Central, uma fonte de energia inesgotável que não polui e não é maléfica para a natureza, pois ela é a própria essência da natureza do planeta. Alguns autores como Trigueirinho denominam essa energia de ONOZONE, que também pode ser captada no espaço ou mesmo na atmosfera terrestre. Ela está presente em todo o Universo.

Quando comecei a acessar alguns arquivos, me veio automaticamente a questão que muitos de vocês estão fazendo: como uma civilização que possuía tamanha tecnologia não foi capaz de evitar um cataclismo dessas proporções? Pelo que pude pesquisar, ocorreu um fator acima do esperado. O ciclo cósmico da Terra encontrava-se no final.

Entre a civilização Lemuriana, muitas facções se salvaram, algumas foram para Saturno ocupar duas de suas luas para colônias avançadas, enquanto que outras facções preferiram os mundos interiores, onde hoje podem ser denominados de Intraterrenos. No continente de Mu existiram várias raças, entre as quais muitas dos remanescentes de Maldek que aqui ficaram isolados com o decorrer da degeneração tecnológica.

Maldek era um planeta que ocupava a órbita entre Júpiter e Marte, destruído com o poder dos cristais de luz Maxim da pirâmide de Quéops. Existe um relato recente de um ser que era habitante de uma das luas de Júpiter, que na ocasião foi recrutado pelos Maldequianos para trabalhar na construção da Grande pirâmide. Infelizmente esse relato não fornece registros cronológicos, mas pesquisando outras fontes, chegamos a cerca de 200.000 mil anos, talvez um pouco mais, porém possui correlação com a povoação desse continente e de outros pontos da Terra, mas principalmente com relação às colônias extraterrestres, que aqui na sua maioria faziam pesquisas e mineração. Alguns dos maiores centros espirituais de hoje não se encontravam na Lemúria, mas sim na Ásia, Brasil, África e outros pontos, que devido aos ciclos cataclísmicos, nem sequer conhecemos. A superfície do nosso planeta já mudou dezenas de vezes, o que torna difícil a pesquisa. Principalmente porque nem sempre acessamos as informações na ordem correta. Ela vem a nossa mente na forma de imagens cinematográficas, porém fora de ordem, por capítulos, que muitas vezes não conseguimos colocar na sequência correta. Isso faz com que questionemos os nossos guias, mas muitas vezes fica confuso.

Antes dos acontecimentos que culminaram com a destruição de Maldek pelos próprios Maldequianos, já existiam civilizações humanas vivendo aqui. Elas eram normalmente nômades, poucas fixavam residência, porém pelos registros tratavam-se de fragmentos de muitas culturas misturadas. Muitos povos não permaneceram na Terra quando houveram outros cataclismos anteriores à colonização de Mu. Lembremos que pelos registros já mencionados em livro anterior, ou seja, na 1ª parte deste trabalho, temos a informação de que na Terra as primeiras formas de vida se manifestaram há 3,2 bilhões de anos, e que contando com a nossa, já somamos 21 civilizações sobre a Terra, sendo que 17 conseguiram ascensionar para as Estrelas. Sabemos que entre essas civilizações, temos representantes da Lemúria, Atlântida, e da Antártida, que outrora encontrava-se em regiões equatoriais. Assim devemos tentar seguir uma cronologia para não criarmos maiores confusões com as que já existem.

Vamos partir do pressuposto encontrados nos relatos de Sanat Kumara, o qual fundou a Fraternidade Branca há 18 milhões de anos, para proteger a Terra do abuso das inteligências extraterrenas, que manifestavam suas experiências e problemas políticos na Terra.

As primeiras civilizações extraterrestres que aqui semearam a vida humana, foram seres provenientes da constelação de Órion e Sírius, posteriormente tivemos seres de Procyon, Canopus, Constelação de Centauro e Vela. Isso se remonta a 3,2 bilhões de anos, assim a partir dessa época é que tivemos a colonização de centenas de espécies de vida, para que se manifestassem em nossa fauna. No início isso foi controlado e regido pela hierarquia dos Elohins, até o momento em que seus representantes tiveram problemas com muitos dos visitantes extraterrestres, que diziam ter poderes e direitos sobre a soberania planetária.

A hierarquia Divina tinha planos bem definidos para a Terra e sua futura população humana, porém esses planos não estavam completamente claros para muitos dos visitantes, que na época não possuíam maturidade para compreender a importância da proposta. Pelo contrário, eles achavam que seres como nós poderiam ocupar o seu lugar depois de um determinado grau evolutivo e isso os levou a sabotar o plano. Houveram diversos confrontos militares e políticos.

Foi através desses conflitos que muitos dos Els ou Ciclopes tomaram partido contra ou a favor de algumas civilizações aqui existentes. Na época, muitas das atuais civilizações que possuem tecnologia espacial, e que se encontram em dimensões superiores como até a 6ª dimensão, encontravam-se em planos evolutivos bem inferiores. Isso fazia deles seres humanos com todos os defeitos que nós humanos possuímos. Assim os nossos “Deuses Criadores” eram na verdade astronautas, com falhas como qualquer outro humano. As diferenças físicas ou anatômicas de nada alteram as falhas ou qualidades do espírito e muito menos os planos emocionais. Já naquele tempo existiam delimitações espaciais que determinadas raças estavam proibidas de ultrapassar. Naquele tempo a raça que possuía o maior poderio militar eram os Lirianos, a raça mãe dos Arianos.

Também as outras raças humanoides e não humanoides possuíam suas diferenças, mas existe uma curiosidade, pois já nessa época existiam muitas inteligências guardiãs do cosmo, que velavam e protegiam a integridade como um todo, apesar das raças daquela época não possuírem uma polaridade tão desenvolvida como a nossa raça Terrestre. Existiam sim os complexos raciais, o que em algumas ocasiões levou a grandes batalhas como cruzadas religiosas, principalmente pelos detentores do poder contra raças mais antigas, como os descendentes de répteis e a fonte central da espécie de seres aparentados com os cetáceos. Naquela oportunidade houveram confrontos entre os Lirianos e suas subespécies contra tudo o que não fosse como eles. Graças à serenidade e ao grande poder mental dos cetáceos foi possível evitar um confronto de proporções estelares. Os guardiões foram obrigados a intervir para preservar as duas espécies. As Mônadas dessas formas não humanoides, eram provenientes de outros universos e possuíam outra tônica de desenvolvimento, principalmente no plano mental devido à natureza fisiológica da espécie.

Na atualidade temos alguns representantes dessa espécie a bordo de Tetras, a nave que acompanha o cometa Hale Bopp, onde já acessei em trabalhos anteriores. Com relação ao nosso planeta e suas várias civilizações, os registros de Urântia fazem referência a centenas de expedições provenientes dessas constelações, sendo que entre muitas delas pertencentes ao mesmo planeta, existiam divergências quanto a natureza das pesquisas. O Nosso sistema Solar, que na época contava já com 12 planetas, possuía civilizações num estado evolucionário bem heterogêneo, isso devido às condições planetárias e propostas do plano Divino.

Vênus possuía uma civilização humana, bem semelhante à nossa, com seres bem delicados e amorosos, seres que atingiram grande luz na sua evolução. Vênus foi designada como a Deusa do Amor, o planeta irmão da Terra. Isso é uma referência direta ao Amado Sanat Kumara, que deixou o seu trono em Vênus para ajudar a Terra. Aliás Vênus é o nome do complemento divino de Sanat Kumara. Marte também possuía uma civilização florescente assim como Maldek e Fênix, Vulcano ou Clarion também já se encontravam em esferas mais elevadas, mas ainda dentro de esferas tridimensionais, no máximo eles conseguiam penetrar na 4ª dimensão, porém tinham consciência das dimensões superiores.

As experiências na Terra, eram semelhantes às manipulações nos outros planetas vizinhos. Sim, o Sistema Solar era um ponto de colonização e pesquisa para os Impérios estelares que floresciam em nossa galáxia na época. Esse é um dos motivos pelos quais essas civilizações reclamavam os seus direitos sobre o planeta, com a diferença que as manipulações nos outros planetas não foram permitidas nos níveis aqui manifestados. O conselho dos Anciões ou conselho Cármico não permitiu, pois, a proposta dos outros planetas não era a mesma que a Terra. Eles não eram planetas decimais, não estavam preparados para suportar a manifestação de formas de vida com as nossas características psíquicas e morais. Assim foi determinado, para que um planeta possa ser uma “Escola para Deuses”, ela precisa possuir requisitos específicos que os outros planetas não possuíam e não comportariam nas proporções que aqui se projetariam.

A Terra é um planeta oriundo da constelação de Sírius, com uma egrégora tipicamente feminina, que a nível Monádico aceitou fazer parte desse plano Divino. Os outros planetas não estavam aptos a receber raças com uma polaridade tão desenvolvida como a nossa raça geneticamente manipulada estava sendo manifestada. Lembremos que a nossa espécie possui um índice de negatividade geneticamente implantado na ordem de 70%. Houve épocas que esse índice alcançou a ordem dos 85%, o que gerou grandes distúrbios telúricos. Na atual constelação de Sírius, no ano de 1995, foi destruído um planeta numa guerra interna da sua civilização, outra civilização humana, que possuía seres com 100% de negatividade em sua estrutura genética. Esse planeta fazia parte do grupo de 37 planetas em quarentena, sob o comando das legiões de Lúcifer, quando houve a “rebelião” onde se instaurou a polaridade como nova forma de evolução.

Assim, em nosso Sistema Solar as manifestações mais importantes de vida estavam em Vênus, Marte, Fênix, Vulcano e Maldek. Nos outros planetas as manifestações eram pouco importantes, promissoras, porém ainda muito rudimentares. Hoje eles possuem elevado grau evolutivo, sendo que somente Plutão encontra-se com manifestações de vida inferior à dos seus vizinhos.

Sendo o nosso Sistema Solar uma colônia de colonização e pesquisas, além da exploração mineral, era um ponto onde todas as raças envolvidas faziam aquilo que tinham sido programadas para efetuar, colonizar como Criadores de Mundos, desenvolver novas formas de vida. Eles deviam assumir o seu papel como Deuses Criadores, assim como os seus Pais tinham sido. Na verdade, trata-se de um ciclo quando o filho segue os passos dos Pais. Mas o agravante no caso da Terra, era a extrema polaridade manifestada na egrégora da Terra. Isso não foi compreendido pelos nossos irmãos na época. Muitos deles se envolveram com a polaridade aqui manifestada pela egrégora do planeta e se viram presos ao ciclo evolutivo através das encarnações ou mesmo pela ressonância vibracional com a forte polaridade. Isso incentivou os conflitos entre irmãos do espaço. Os Ciclopes também foram pegos nesse processo, porém eles eram seres provenientes de esferas superiores, que estavam acima do ciclo evolutivo dos visitantes extraterrenos. Dessa forma foram-se criando facções de interesse em nosso planeta. Com o decorrer dos séculos, outras raças aqui chegaram, como Pleiadianos, Venusianos, Marcianos, Maldequianos, Arcturianos e inclusive seres de outras galáxias. O processo evolutivo dos nossos vizinhos mais próximos ocorreu sem maiores incidentes, isso se comparados com o nosso planeta.

As nossas primeiras civilizações também conseguiram evoluir e atingir altos graus tecnológicos e espirituais, muito acima daquilo que conhecemos ou imaginamos, mas essas civilizações depois de alguns milhares de anos deixaram o planeta assim como os seus criadores, para colonizar as estrelas. Uma delas construiu uma cidade dentro da atmosfera de Saturno e até hoje permanecem lá. Eles nos visitam e ajudam em nossas dificuldades, principalmente no que diz respeito à purificação atmosférica. Os remanescentes, por sua vez, atingiram a Ascensão ou sofreram na posterioridade com os cataclismos cíclicos que perturbam a nossa órbita, devido a trajetória de Fênix e de outros corpos celestes, que periodicamente passam próximo a Terra, provocando mudanças em nosso eixo ou crosta. Isso obriga cada civilização a ultrapassar e vencer suas limitações em tempos limitados, que normalmente são de 26.000 a 28.000 anos, sendo divididos em pequenos ciclos de cerca de 3.000 anos. Dessa forma muitas civilizações floresceram e muitas ruíram no processo evolutivo dentro deste planeta. Outro ponto importante, é que muitas cidades encontradas pelos paleontólogos ou arqueólogos nas suas escavações, estão construídas sobre outras cidades mais antigas, o que determina a procedência das raças.

Há cerca de 20 milhões de anos os primeiros representantes da Ordem do Dragão chegaram à Terra após algumas sondagens anteriores. Isso culminou numa época onde as civilizações mais avançadas estavam explorando o Sistema Solar e começavam a construir as suas primeiras espaçonaves com propulsão de Onozone. Na nossa superfície existiam diversas raças com diferentes níveis tecnológicos, reinava uma paz relativa entre os povos daqui, porém ainda existiam diferenças e competitividade próprias do ego demasiado exaltado por parte dos habitantes terrenos.

Quando os seres bidimensionais chegaram à Terra há mais de 20 milhões de anos, eles automaticamente verificaram o grande potencial que poderiam explorar dentro das nossas características psíquicas e morais, ainda mais com base nas nossas origens, que eram já desde então poli raciais, o que demonstrava uma multiplicidade de fatores em nossa psique e comportamento emocional, que os atraiu por demais.

Com a sua influência que aos poucos foi se infiltrando sob a sociedade sem que ela soubesse, começaram a ocorrer sérias mudanças nos habitantes, sua postura de vida e conceitos começaram a entrar em desacordo com as energias Elementais até então utilizadas. A tecnologia usada já não respeitava tanto a natureza, os conceitos morais começaram a ficar mais passionais e pouco harmoniosos. Isso determinou segundo os registros, o início das mudanças definitivas na evolução humana sobre a Terra. Começou a surgir então a Barreira de Frequência, embora amena, mas os pensamentos negativos que se acumulavam por causa das flutuações emocionais provocadas pela Ordem do Dragão Negro começavam a produzir os seus efeitos. Esses efeitos afetaram muitos extraterrestres que aqui permaneciam no intercâmbio comercial de matéria prima ou produtos acabados. A interferência dessa raça extragaláctica foi a responsável pela nossa atual situação caótica. Foi então necessária a intervenção de Sanat Kumara, no sentido de proteger a Terra e evitar a sua destruição definitiva pelos humanos e pelas forças militares dos diversos grupos que aqui estavam se digladiando. Em 2 milhões de anos os estragos foram muito grandes, deixando a Terra numa situação pior da que encontramos agora. As civilizações mais adiantadas abandonaram a Terra, deixando aqui somente os representantes mais insignificantes, ou seja, a elite se salvou, o resto não pode acompanhá-los, ficando aqui para continuar o seu ciclo evolutivo. Muitos seres extraterrenos consideravam que a única possibilidade de acabar com o problema seria destruindo o planeta inteiro. Essa foi a razão que levou ao Príncipe Planetário de Vênus a criar a Fraternidade Branca da Terra, elaborada nos moldes da Fraternidade Azul de Sírius, o nosso Sol Central para todo o Universo local de Nebadon, incluindo a Via Láctea.

Por determinação do Conselho dos 12 e dos Senhores do Carma, foi determinada e decretada toda a ajuda possível para esse grandioso ser de Luz, a quem a Terra e bilhões de almas devem a sua vida e possibilidade de evolução. Hoje muitos seres que ascensionaram, devem isso a Sanat Kumara e ao seu maravilhoso complemento Divino a Deusa Vênus.

O nosso maior foco de luz no Sistema Solar é o Sol, dentro dele existem esferas de vida muito acima do que conhecemos. São níveis de evolução e consciência que habitam a 8ª e 9ª dimensão. O poderoso Arcanjo Miguel e toda a sua falange de arcanjos e anjos, estavam encarregados da evolução e proteção do nosso Sistema Solar desde a sua criação cerca de 15 bilhões de anos atrás. O Arcanjo Miguel participou diretamente com Sanat Kumara na elaboração da fundação da Fraternidade Branca. Miguel em primeira instância resolveu há 20 bilhões de anos destruir por completo as entidades da Ordem do Dragão Negro, mas o conselho dos 12 interferiu, avisando que a sua chegada tinha sido prevista, e que a polarização planetária seria testada ao seu máximo, com grandes resultados num futuro longínquo, pois ainda existiam muitas reservas por parte do próprio Conselho dos 12. Sanat Kumara que já naquele tempo era um ser ascensionado, resolveu interferir combatendo diretamente da Terra as irradiações nefastas dessa Ordem maligna. As entidades que habitavam o Sol nas suas esferas interiores de 8ª e 9ª dimensão, mandaram a mais pronta ajuda a Sanat Kumara e reconheceram a grandiosidade espiritual desse magnifico ser. Sanat Kumara empenhou a sua própria vida espiritual na salvação da Terra, comovendo e motivando seres de luz de todo Nebadon a interferir a favor dele. Assim ele fundou e dirigiu a Fraternidade Branca da Terra por mais de 18 milhões de anos. Isso mesmo, ele permaneceu na Terra até o máximo possível, quando então teve que deixar o posto para seus seguidores de alta luz. Estiveram nesse posto Krishna, Buda, Jesus e agora Saint Germain como Avatar da Era de Ouro, que lidera através do sétimo Raio a Ascensão da raça humana.

O nosso Amado Sanat Kumara, ocupa hoje um alto posto dentro das hierarquias da 9ª dimensão, junto ao Conselho dos 12 e à Ordem de Micah com a incumbência de Logos Cósmico. Pois o seu trabalho é reconhecido em todo o Superuniverso de Orvotón, como sendo um dos seres mais magníficos que a nossa criação jamais concebeu. Não se trata de querer menosprezar os outros Mestres, mas sim um reconhecimento por um ser que proporcionou a possibilidade que entidades como Jesus, São Francisco de Assis (Mestre Kuthumi), e tantos outros de grandiosa sabedoria e luz, pudessem se manifestar graças à existência da Terra, que por sua vez existe graças a Sanat Kumara.

Como já dissemos, o nosso sistema Solar também sofreu diversas transformações orbitais e cíclicas que afetaram todos os planetas, mas a mais perturbadora de todas foi sem dúvida a explosão de Maldek cerca de 220.000 anos terrenos.

Contudo, falemos mais a respeito das civilizações planetárias antes desse incidente, pois são informações que não estão disponíveis em outros trabalhos diretamente, como aqui são explorados.

— As Civilizações do Sistema Solar

As civilizações dos outros planetas deste Sistema Solar, antes da destruição de Maldek possuíam já uma tecnologia espacial mediana, sendo que os habitantes das luas de Júpiter não possuíam tal evolução. Eram seres pacatos, que desenvolviam técnicas agrícolas, mas já eram contatados pelos vizinhos do espaço, portanto, entre todas as civilizações por mais atrasadas, existia o intercâmbio cultural mediante comercialização de matérias primas e mão de obra. O sistema mercantil com as outras colônias externas que eram provenientes das mesmas autarquias era muito intenso, mesmo com entrepostos subordinados à Federação Interplanetária. É importante frisar, que nem todos os nossos planetas eram filiados à Federação diretamente, pois eles ainda figuravam como colônias tuteladas. O nosso Sistema Solar se desmembrou das suas autarquias patronais há cerca de 50 milhões de anos. Antes disso eram quase todas colônias, com exceção de Fênix e Vulcano. A Hierarquia Solar não interferia diretamente, pois esse era e ainda é um processo comum no desenvolvimento social de uma civilização.

Nesse processo de libertação das colônias, aconteceram várias alterações políticas internas entre os planetas, sendo que entre todas as civilizações nunca houve a perda da memória com relação à sua origem Divina e genética. Todos os habitantes dos planetas sabiam da sua descendência direta ou indireta dos colonizadores de outras constelações. Também ocorreram cataclismos cíclicos nos nossos planetas vizinhos, que criaram ciclos evolutivos distintos, com civilizações diferenciadas, devido as colonizações posteriores. Assim elaborei abaixo uma tabela com as civilizações aproximadas encontradas nos registros, sobre cada planeta deste Sistema Solar. Sendo importante frisar que nem todas as manifestações ocorreram nos planos tridimensionais, pois devido às condições atmosféricas e gravitacionais de cada planeta, a vida teve que se adaptar em conformidade com as possibilidades naturais mais adequadas.

Com relação à última civilização de Maldek, essa foi quase que completamente dizimada na explosão do planeta, porém houveram muitos sobreviventes que vieram para a Terra, outros para Ganímedes e outros ocuparam as estações espaciais que eles já possuíam ou eram da Federação. Considerando com a população original de Maldek, que contava com aproximadamente 1 milhão de seres humanos, com uma estrutura social semisocialista de raça predominantemente ariana, pois são descendentes de Lirianos. Isso explica a sua egrégora de guerreiros e conquistadores. Maldek possuía até o momento da explosão uma posição de destaque, temidos pelas outras civilizações do sistema Solar e repudiados na medida do possível. As causas da explosão não são claras, sabemos, contudo, que existiam duas facções políticas e governamentais bem delimitadas, com posturas e opiniões completamente opostas. Existem informações por parte de jupterianos, que a destruição do planeta foi controlada da grande pirâmide do Egito. O estranho é que as pirâmides da Terra foram todas construídas há mais de 200.00 anos a pedido dos Maldequianos, com mão de obra de várias raças e supervisão dos Gracianos, uma outra raça aparentada geneticamente, porém de outro ponto bem distante do Sistema Solar.

civilizacoesTodas as civilizações que habitaram ou ainda habitam os planetas do nosso Sistema Solar, também passaram pelos ciclos evolutivos. Cada planeta possui o seu ciclo individual, que assim como a Terra, destina-se a renovar e reciclar as manifestações de vida neles existentes. Nos planetas, que inicialmente tinham manifestações físicas, e que conseguiram transmutá-la para outras esferas superiores, ainda mantém essas manifestações a níveis bem elevados, equivalentes ao que chamamos de seres Ascensionados, porém o seu processo não foi como o que ocorreu na Terra, pois todos esses habitantes não possuíam a amnésia que as nossas últimas civilizações possuíam. As 3 primeiras civilizações répteis da Terra, conseguiram em parte evoluir para esferas superiores, contudo eles conheciam a sua origem genética e Divina. O mesmo acontecendo com uma espécie aquática e anfíbia que foi extinta há bilhões de anos. As primeiras civilizações humanas possuíam a memória completa sobre a sua origem possibilitando assim uma evolução mais rápida. Alguns desses representantes, quando deixaram a Terra, colonizaram as luas e posteriormente o próprio planeta Saturno. Outras civilizações posteriores colonizaram dois planetas que giram ao redor da estrela gigante Betelgeuse da constelação de Alpha Orionis. Outras mais recentes, montaram bases na Lua terrena, ou optaram pelas cidades intraterrenas, como é o caso de uma espécie Lemuriana e Atlante. Existem ainda civilizações de origem terrena, que se refugiaram nas profundezas dos oceanos.

Pelos registros, verificamos que até cerca de 550.000 anos a situação geral do nosso sistema solar era bem organizada, sendo a Terra a única fonte de distúrbios devido sua natureza, onde se permitiam muitas interferências e manipulações. Foi próximo a essa data, que as esferas superiores enviaram para a Terra os seres conhecidos biblicamente como Adão e Eva. Ambos tinham por missão elevar o plano vibracional e genético dos habitantes da Terra. É bom salientar, no entanto, que eram vários casais de seres com esse papel, explicando muitas referências antigas nas escrituras Lemurianas sobre Adão e Eva, como se eles tivessem estado em vários lugares. O planeta Terra é de qualquer forma um caso à parte em relação aos nossos vizinhos sistêmicos pois aqui existiam colônias de todos os lugares da galáxia. Isso não aconteceu nos outros planetas, tornando a sua evolução mais direta e fácil do que a nossa.

No entanto, a atuação da Fraternidade Branca foi fundamental para equilibrar as polaridades internas do nosso planeta, evitando por centenas de vezes conflitos e guerras nucleares por parte dos colonizadores. Existem referências bíblicas em que Jeová condena abertamente um outro Deus, conhecido como Molock. Isso é uma alusão clara das divergências entre Deuses colonizadores, que aqui possuíam seus interesses pessoais. Não creio que esses interesses pessoais divergissem muito do que os Espanhóis tiveram ao encontrar as Américas, quando verificaram o quanto podiam lucrar com o ouro e outras riquezas em abundância. A Terra é muito rica em milhares de minérios e outros produtos, que para as trocas mercantilistas da época eram fundamentais como pontos estratégicos.

Os registros fazem referência às interferências de polaridade emanadas pelas egrégoras do planeta e de seus habitantes, fazendo com que outras formas de vida, ao se manifestarem aqui, acabassem por integrar em seu ciclo cármico a polaridade extremamente acentuada da Terra devido sua permanência ou trabalhos que os obrigassem a permanecer algum tempo aqui. Isso é reforçado ao estudarmos alguns registros de Mu, no que diz respeito às divergências e às origens de algumas raças perdidas, que possuíam sangue azul e que se diziam serem descendentes diretos dos Deuses. Esse tipo de referência também existe nas escrituras Egípcias, assim como em outras culturas. Infelizmente poucas foram traduzidas com sucesso, porém existe uma ligação bem profunda no que diz respeito às egrégoras que aqui ficaram nos planos etéricos.

Sendo a maioria dos visitantes seres humanos com baixo índice de polaridade, mas com uma tendência latente, fica clara a possibilidade de que eles cairiam em tentação, assim como está escrito nas escrituras, quando dizem que os Anjos caídos foram atraídos pelos prazeres da carne e pela luxúria. Temos que lembrar que a maioria dos colonizadores se encontravam numa evolução tridimensional e quando muito tetradimensional. As entidades que se encontravam em vibrações ou esferas superiores como a 5ª e 6ª dimensões, não atuaram diretamente com eles. Esses eram os nossos protetores e conciliadores, que dirigiram e orientaram muitos dos Ciclopes sobre as causas dos problemas. Alguns dos Ciclopes que se envolveram com os problemas internos, por discordarem das atitudes ou posturas de alguns visitantes, acabaram por declarar uma guerra aberta contra seres de Órion, Lira, Sírius e outras raças ambulantes da nossa galáxia, assim como também contra as entidades da Ordem do Dragão Negro. A exemplo disso temos os ciclopes Meru, Ciclopeia e Vista, que atualmente trabalham na dispersão dos 12 Raios sobre a Terra. Na verdade, todas as entidades que aqui estiveram diretamente sobre o solo terreno, encontraram-se envolvidos com os ciclos e vibrações emanados nas mais diversas esferas astrais. Somente os comandantes siderais que não permaneciam sobre a Terra, mas somente faziam vistoria e auditorias desde pontos bem distantes em órbita, é que conseguiram escapar ao ciclo pelo qual muitos extraterrestres acabaram ficando presos.

Então esses comandantes como Molock, Jeová, Odin, e outros encontrados na mitologia mundial. Eles não tinham envolvimento direto e nem tampouco contínuo com as energias da Terra. Isso aumentava mais a sua imparcialidade com relação aos acontecimentos internos provocados pelos seus próprios agentes. Quantos Ragnarok não existem em nossas lendas, nos registros de Urântia existem centenas, sendo que as suas datas são referentes a diversas civilizações que aqui já estiveram. Mesmo nos continentes mais recentes como a Lemúria e a Atlântida, existem referências a grandes conflitos entre os colonizadores, gerando guerras e desacordos a nível interplanetário.

Um estudo mais minucioso sobre a mitologia, fará com que encontremos referências e interpretações curiosas sobre as atitudes dos seres humanos em relação aos Deuses, assim como o que é mencionado sobre Nêmesis, que é tida como a Filha da Noite, sendo ela responsável pela moderação dos seres humanos que possuíam poderes concedidos pelas Divindades. Isso se refere diretamente aos dons de paranormalidade com que alguns humanos mestiços com Deuses, apresentavam.

Verifiquemos um pouco os acontecimentos mais recentes, principalmente os que se manifestaram na época da destruição de Maldek, pois isso representa um marco importante no desenvolvimento do nosso Sistema Solar, visto que abalou a estrutura de todos os planetas e inclusive a estrutura do Sol. Foi preciso a ajuda de naves como Tetras e a Estrela da Vida, para evitar o pior. Para que se tenha uma ideia da magnitude dos acontecimentos, Mercúrio era uma Lua de Júpiter, e não um planeta como é agora. A vida que nele existia como Lua, foi totalmente extinta, aliás, os habitantes das 5 principais luas de Júpiter se extinguiram por completo, sem falar das vítimas de Maldek e de Marte, que também foi gravemente atingido. Antes desse episódio, os planetas possuíam uma rotação estável e regular que permitia a manifestação de processos climáticos em Marte e Maldek. Atualmente Marte não possui rotação, apresenta sempre a mesma face para o Sol. As Luas de Júpiter encontram-se com grandes abalos sísmicos e manifestações vulcânicas anormais, para a idade que elas já possuem. Isso é apenas uma das consequências em alguns dos planetas mais envolvidos, pois as manifestações eletromagnéticas afetaram todos os outros planetas do Sistema Solar.

A Terra foi diretamente afetada por vários fatores telúricos, entre os quais as energias desesperadas de seres humanos que aqui vieram se refugiar, aumentando a bagunça da já latente Barreira de Frequências, que impede o nosso contato espiritual com as fontes estelares. As perturbações de ordem vibracional afetaram todas as esferas de vida do nosso sistema solar. As Divindades que habitam o Sol, também sofreram com as mudanças energéticas que afetaram diretamente a sua egrégora. As causas que levaram Marduk, um comandante considerado como Deus entre os próprios Maldequianos, a participar desse episódio que culminou com a destruição de seu planeta natal, ainda me são incógnitas. Contudo, sabemos que ela estava escrita nas suas escrituras sagradas, como uma consequência direta de sua postura de vida e arrogância em relação aos outros seres humanos de outros planetas. Sabemos que muitos outros extraterrestres temiam o poderio bélico e o caráter tipicamente Ariano dos Maldequianos.

A Terra foi novamente povoada com remanescentes de todos os planetas dos Sistema Solar. Como já disse todas as manifestações de vida das luas de Júpiter, Saturno, Netuno e Urano, foram trazidas para a Terra apesar da inclinação no eixo terreno, que provocou sérios cataclismos na época, foi possível refugiar milhares de seres humanos das mais variadas raças. As civilizações anteriores da Terra, que já tinham ascensionado ou sucumbido, não se envolveram diretamente com estas questões, pois eles já ocupavam outras esferas de evolução. Dentro desse quadro encontraremos muitos Mestres da Fraternidade Branca da época, seres que já estavam em esferas superiores de luz, que ajudaram nos planos etéricos, mas nas manifestações físicas tiveram que se relacionar com os seus equivalentes. As civilizações terrenas que possuíam um elevado grau evolucionário, tinham antes desse episódio se refugiado fora do sistema Solar ou nas cidades internas, a mais de 30 Km de profundidade, garantindo assim a sua segurança e integridade física. Eles sabiam que a Terra por suas condições climáticas e geológicas, seria usada como novo celeiro até que as coisas se acalmassem. O que durou várias gerações, gerando novas raças que antes não existiam. É neste contexto, que temos o desenvolvimento das culturas Lemurianas, contudo outros pontos do globo também foram colonizados ou já possuíam cidades, como é o caso das regiões centrais da Ásia, Mongólia, e também na Antártida, cidades que possuíam civilizações antes da chegada em massa de humanos extraterrestres.

A Lemúria, com o passar dos anos, começou a florescer, sendo considerada o celeiro Mãe da Terra com relação à nossa civilização atual. As civilizações anteriores à Lemúria, não possuem relação conosco, e sim com outras civilizações e raças raízes que já não mais estão sobre a superfície.

(Nota Gilberto – Baixe e leia “Conexões ET – Através de Olhos Alienígenas – Wesley H. Bateman” – “O Livro de Urântia – Fundação Urântia” – Leia também: “O Continente perdido de Mu – James Churchward“)

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