Empresa Envolvida em Rastreamento e Trabalho Escravo no Espaço – 08.12.2015

Empresa Envolvida em Rastreamento e Trabalho Escravo no Espaço – 08.12.2015 

Siemens implicated in tracking forced labor & slaves in space

http://exopolitics.org/siemens-implicated-in-tracking-forced-labor-slaves-in-space/

Escrito por Dr. Michael Salla 08 dez 2015.

Tradução de Contato Estelar

Siemens Envolvida em Rastreamento de Escravos & Trabalho Escravo no Espaço

Corey Goode-Post-15.12.2015

Um passado imoral segue a multinacional Siemens, atualmente a maior empresa de engenharia da Europa, que ajudou os nazistas utilizando trabalho escravo para construir armas avançadas durante a Segunda Guerra Mundial. O colapso do Terceiro Reich de Hitler pôs fim a um capítulo negro no passado da Siemens – de acordo com historiadores convencionais. Mas na verdade não. De acordo com as reivindicações dos dois denunciantes/informantes cujos testemunhos levam a uma conclusão perturbadora. Siemens tem estado envolvida secretamente a construção de bilhões de minúsculos chips “RFID” para rastrear o movimento de seres humanos abduzidos e usados como trabalho escravo em colônias espaciais secretas e em um comércio galáctico de escravos.

O papel da Siemens no sentido de ajudar a Alemanha nazista a construir armas avançadas para a Segunda Guerra Mundial é bem conhecido, mas menos conhecido é a dimensão de sua participação no uso de trabalho escravo. Em 24 de setembro de 1998, a Siemens decidiu começar a compensar as suas antigas vítimas de trabalho escravo, como relata a Associated Press:

Siemens anunciou planos nesta quarta-feira de um fundo de US $ 12 milhões para indemnizar os antigos trabalhadores escravos, forçados a trabalhar para a empresa pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial… Quase um ano atrás, em suas celebrações do aniversário de 150 anos, a empresa insistiu que não podia fazer mais para seus ex-trabalhadores escravos do que expressar “profundo pesar”.  A sede em Munique da Siemens disse que este fundo é adicional aos US $ 4,3 milhões que pagou ao Jewish Claims Conference em 1961 e à prestação de ajuda humanitária para as vítimas. Siemens estima que entre 10.000 e 20.000 trabalhadores escravos trabalhavam em suas fábricas de guerra.

Papel da Siemens em reconhecer a utilização durante a guerra de trabalho escravo e os esforços para compensar as vítimas é louvável. No entanto, o reconhecimento veio quarenta anos depois dos eventos em questão, e leva a questões preocupantes sobre se a empresa foi sincera ou simplesmente deseja evitar processos legais então em curso nos Estados Unidos:

A ameaça de processos aumentou a pressão sobre as empresas alemãs para pagar compensações diretamente aos milhares de prisioneiros de campos de concentração, a maioria judeus, obrigados a trabalhar em suas fábricas. Os advogados que representam ex-trabalhadores escravos criticaram a Siemens, como fizeram com a Volkswagen, por criarem um fundo para evitar pagamentos maiores em ações judiciais. A Siemens está buscando “a alternativa mais barata”, disse o advogado Michael Munique Witti, que com um colega entrou com a ação legal nos Estados Unidos.

Os leitores podem ser desculpados por acreditar que a compensação a ex-trabalhadores escravos é um problema associado (apenas) a um terrível capítulo de nossa história recente. No entanto, há testemunhos de denunciante de que tais práticas continuam e Siemens ainda está envolvida.

William Pawelec era um especialista de operações e programação de computador da força aérea americana, que começou a sua própria empresa de segurança eletrônica, e trabalhou para grandes empresas de defesa dos EUA, como a SAIC e a EG & G. Ele recebeu certificações (autorizações) de segurança de alto nível e tinha acesso a muitos projetos secretos.

Anteriormente a 2001, Pawelec decidiu revelar o que sabia sobre profundos projetos obscuros negativos que ele acreditava escondiam tecnologias avançadas do público. Ele deu uma entrevista ao Dr. Steven Greer com instruções específicas que esta entrevista somente seria publicada após sua morte. Ele morreu em 22 de maio de 2007 e o vídeo foi publicado postumamente em 14 de Dezembro, 2010. 

Entre suas muitas revelações está a informação relativa ao desenvolvimento dos primeiros chips RFID de rastreamento eletrônico que foram desenvolvidos já em 1979, segundo a Pawelec. Ele explicou a história do seu desenvolvimento, bem como o papel da sua empresa com sede em Denver na organização de reuniões com órgãos do governo, que estavam interessados em usar os chips para fins de segurança.

Em sua entrevista em vídeo com Greer, Pawelec disse:

Naquele momento no setor de segurança, muitos de nós tínhamos muitas preocupações sobre rastreamento e localização de pessoas que haviam sido sequestradas. Particularmente o que estava acontecendo na Europa no momento em que os oficiais da OTAN, até mesmo o primeiro-ministro da Itália, sequestrado… Essas pessoas foram drenadas (de informações) ou foram brutalizadas ou ambos… Um dos objetivos da indústria foi  desenvolver tecnologia que nos permitisse acompanhar essas pessoas ou localizá-las rapidamente.

Ele disse que os chips de rastreamento, que eram muito pequenos e em forma de um comprimido, tinham múltiplas funções:

Particularmente este dispositivo em forma de pílula, muito pequeno, tinha muita flexibilidade em suas capacidades. Era quase basicamente um “transponder”. Você poderia enviar uma frequência a ele e ele responderia com uma numeração única, que não poderia ser alterada uma vez que o chip fosse criado. No entanto, havia um monte de recursos que poderiam ser acrescentados a este chip, como monitorização da temperatura, pressão arterial, pulso, e até mesmo formas de ondas cerebrais.

Pawelec disse que logo depois de demonstrar um ainda mais sofisticado chip de niobato de lítio (lithium niobate) em 1984, que pode ser monitorado de uma distância de 120 quilômetros no espaço, ele descobriu uma pequena empresa do Vale do Silício que  tinha sido criada para fabricar bilhões destes chips. Ele soube que “depois de terem feito bilhões e bilhões destes pequenos chips” a fábrica foi fechada, um ano depois, e todas as informações sobre estes chips desapareceu.

Pawelec disse que a pequena empresa responsável por fazer os bilhões de minúsculos chips “era uma divisão de uma grande empresa de eletrônicos da Europa que tinha os planos (de manufatura dos chips), a Siemens”.

Corey Goode-Post-15.12.2015-1

Pequeno Chip RFID comparado a um grão de arroz. Upload de imagem em 2009. Fonte: Wikipedia

Pawelec passou a descrever como seu colega, Bob, o ex-chefe de segurança do Departamento de Estado dos EUA, foi assassinado em Nairobi, porque ele estava muito perto de saber sobre as pessoas que tinham assumido o controle sobre os chips de rastreamento e construído bilhões deles para fins desconhecidos.

De acordo com Pawelec, as pessoas por trás do assassinato de Bob se tinha infiltrado no complexo industrial militar dos Estados Unidos em seu mais alto nível, e poderiam intimidar e silenciar qualquer um.

O testemunho de Pawelec sugere que a Siemens tinha adquirido os direitos e controle sobre a tecnologia de chip de rastreamento, construído bilhões deles em menos de um ano, utilizando uma subsidiária nos EUA, e então fechado o local de fabricação e desaparecido com todas as informações sobre os chips de rastreamento.

Importante, a corporação do Siemens estava associada a uma poderosa força incorporada dentro do complexo industrial militar dos EUA, que tinha a intenção de esconder o verdadeiro propósito dos chips. Esta força oculta possuía o poder de remover qualquer um que chegasse muito perto de descobrir a verdade, até mesmo o chefe de segurança de uma embaixada dos Estados Unidos.

Vale a pena repetir que a principal função dos minúsculos chips, de acordo com Pawelec, era  rastrear pessoas, e até mesmo monitorar seus processos fisiológicos fundamentais a grandes distâncias. Isso leva à pergunta: por que a corporação Siemens precisa de bilhões de chips para monitorar as pessoas a grandes distâncias? Para a resposta, precisamos voltar ao depoimento de outro informante.

Corey Goode alega ter trabalhado para uma série de programas espaciais secretos ao longo de um período de vinte anos, de 1987 a 2007. Ele diz que recebeu acesso a “tablets de vidro inteligente” que revelaram a verdadeira história da humanidade, especialmente os eventos que cercam o fim da II Guerra Mundial.

Em poucas palavras, Goode alega que os elementos fundamentais do regime nazista tinha sucedido em desenvolver um programa espacial secreto durante o curso da guerra. O poder principal, no entanto, não ficava com a SS de Hitler, mas com sociedades secretas alemãs que usaram conhecimento oculto e sua vasta riqueza oculta para construir avançadas naves espaciais antigravidade em locais remotos na Antártida e América do Sul.

As sociedades secretas alemãs tinham construído bases na Lua e em Marte, mesmo antes do final da Segunda Guerra Mundial. Posteriormente, junto ao que sobrou da divisão de tecnologias avançadas SS nazista, dirigida por Hans Kammler, os alemães se infiltraram no complexo industrial militar dos EUA usando os cientistas da Operação Paperclip.

Grandes corporações norte-americanas foram infiltradas, assim como também muitas empresas líderes do setor aeroespacial e de engenharia na Europa, no Japão e em outros lugares. A empresa Siemens, com sua longa história de associação a Alemanha nazista, era um canal natural para a infiltração do complexo industrial militar dos EUA.

Pawelec descobriu a influência estranha exercida sobre o complexo industrial militar dos EUA por elites alemãs quando ele viajou para o “Test Range Tonopah” em um projeto secreto. Após a morte de Pawelec, sua esposa, Mary Joyce Annie DeRiso, compartilhou mais sobre a informação de Pawelec sobre o incidente Tonopah, e sobre quem realmente controlava os  militares dos EUA. 

DeRiso compartilhou a informação quando ela estava sendo entrevistada sobre o testemunho de Pawelec em vídeo no “Disclosure Project” de Greer:

Seu desencanto começou quando ele foi chamado para relatar o que ele achava que seria apenas um relatório padrão sobre este projeto em Tonapah. A reunião foi realizada em uma sala fortemente controlada construída como uma gaiola de Faraday tornando impossível comunicações com o exterior quando fechada. Pastas, documentos, pager’s e qualquer forma de identificação não eram autorizadas na reunião… Só os generais eram reconhecidos por seus uniformes. A tensão era muito alta e Bill ficou surpreso com o quão nervosos os generais de alto escalão estavam. Ele sabia que algo GRANDE estava acontecendo.  Bill viu um jato particular escoltado por dois dos nossos jatos militares pousar na pista. Surpreendentemente, este jato particular movimentou-se por todo o caminho até o edifício onde a reunião estava agendada, e os jatos de acompanhantes partiram. Um homem muito imponente saiu do jato e entrou na sala. Ele era relativamente alto, e usava um terno europeu muito caro. Seus sapatos e pasta eram igualmente luxuosos e havia um assessor ou guarda-costas ao seu lado. Seu comportamento era muito aristocrático e ele falava com um forte sotaque alemão. Havia uma grande tensão nervosa nas pessoas na sala à medida que cada pessoa apresentava o seu relatório de status e respondia a perguntas.

Quando todo mundo já tinha falado, o homem alemão agradeceu-lhes pelo seu bom trabalho e simplesmente foi embora. Ele nunca foi apresentado nem identificado de qualquer modo. Acredita-se que ele era o Barão Jesco von Puttkamer, um dos alemães que vieram para os Estados Unidos com Werner von Braun. O que aconteceu naquele dia convenceu Bill que os Estados Unidos e, provavelmente, o mundo inteiro, estava sendo controlado por europeus… mas exatamente quem “eles” eram era a grande pergunta.

Isto levou Bill e seus amigos em uma busca para descobrir o que realmente estava acontecendo. Depois disso, ele frequentemente citava seu amigo Jim Marrs, que muitas vezes disse: “Os nazistas podem ter perdido as batalhas, mas eles ganharam a guerra.”

Com base na entrevista de DeRiso, Pawelec acreditava que os remanescentes do regime nazista havia sobrevivido a Segunda Guerra Mundial, e que as elites alemãs estavam agora no controle da Europa Ocidental e dos Estados Unidos.

Corey Goode-Post-15.12.2015-2

http://exopolitics.org/nazi-ufos-flew-over-washington

O testemunho da viúva de Pawelec é significativo porque revela que a conclusão final de seu marido sobre o quem estava realmente no controle do complexo industrial militar dos EUA, foi a mesma conclusão que Corey Goode revelou mais tarde. Isto finalmente nos leva à pergunta: que propósito tem a empresa Siemens para a construção de bilhões de chips para rastrear os seres humanos a longas distâncias?

Em uma entrevista por email, Goode descreveu o desenvolvimento de um comércio de escravos galáctico que envolveu extraterrestres e elites nacionais secretamente no controle dos governos da Terra e militares. Isto foi conseguido através de uma rede de corporações, que ele descreveu como o Conglomerado Empresarial Interplanetário (Interplanetary Corporate Conglomerate – ICC).

Os Governos Secretos da Terra e seus Sindicatos descobriram que uma grande quantidade de seres humanos estavam sendo levadas para fora do planeta por vários ETs de qualquer maneira, então eles decidiram encontrar uma maneira de lucrar com isso e ter controle (registro) sobre quais pessoas  seriam levadas. Em acordos prévios foram feitas promessas de que eles receberiam tecnologias e amostras biológicas de modo a permitir que grupos abduzissem seres humanos, mas os ETs  raramente cumpriram suas promessas. A partir do momento em que eles (ICC) desenvolveram infraestrutura avançada em nosso sistema solar, junto com tecnologias avançadas (nas quais alguns dos milhares de grupos de ETs que viajam através do nosso sistema agora estavam interessados em obter) e agora tinham também a capacidade de dissuadir os visitantes mais indesejáveis de entrar no espaço aéreo da Terras, os grupos Cabal/ICC, em seguida, decidiram usar o tráfico de pessoas (da Terra) como um de seus recursos em trocas (econômicas) interestelares.

A revelação de Goode fornece uma resposta para o porquê a empresa Siemens construiu bilhões de chips rastreáveis com identificadores únicos. Estes chips foram muito provavelmente usados para monitorar um comércio galáctico de escravos, e o uso de trabalho forçado nas colônias secretas em Marte e em outros lugares em nosso sistema solar.

Em 1998, a Siemens confessou seu envolvimento com a prática Nazi de usar trabalho escravo e concordou em compensar aqueles forçados a trabalhar na empresa. Siemens estima este numero entre 10.000 to 20.000 vitimas. Se os testemunhos de Pawelec e Goode são corretos, então o número de vítimas de contínua prática de trabalho forçado e tráfico de escravos no espaço, os números então são muito maiores.

Através do monitoramento de vítimas em um comércio galáctico de escravos, através de minúsculos chips RFID, a empresa Siemens é cúmplice. A Siemens e quaisquer outras empresas envolvidas na exploração de trabalho forçado em colônias espaciais secretas, ou em um comércio galáctico de escravos, acabará por ter de confessar a sua participação, aos olhos da justiça, e compensar as vítimas nestes vastos crimes não revelados contra a humanidade.

© Michael E. Salla, Ph.D. Copyright Notice

Tradução, postagem e comentários (   ) de Contato Estelar.

Até o “ultimo momento” as Forças da Luz permitem a rendição e confissão de qualquer um envolvido nestes e outros crimes, em qualquer grau, com a devida compensação/reparação sendo justamente aplicada. O primeiro passo é simplesmente se afastar e deixar de participar em práticas criminosas. Após este “ultimo momento” esta oferta não estará mais válida, e este “último momento” se aproxima rapidamente.

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