Marte – O Enigma do Planeta Vermelho – Final – 14.08.2014

Marte – O Enigma do Planeta Vermelho – Final – 14.08.2014

“Finalmente, pode ser dito que um certo propósito esteve presente em todos os mapas estelares piramidais que se evidenciam através do globo e até em um outro planeta…. Em Marte… eles marcam o começo de alguma coisa pronunciada e monumental no nosso Sistema Solar…. Como um cenário de chegada para os “deuses” das estrelas. Elas foram provavelmente construídas em celebração à época do Gênese da espécie humana no nosso Sistema Solar. O tempo dirá que há muito mais nessa hipótese do que uma mera teoria. Quem sabe novas descobertas serão feitas, as quais substanciarão essa monumental afirmação. A verdade prevalecerá! É apenas o começo…. Do renascimento dos Registros Ocultos” – Wayne Herschel ­ The Hidden Records.

Marte - Post-14.08.2015– Prólogo – Todo o nosso Sistema Solar está repleto de evidências quanto à antiga presença de uma avançada civilização, a qual deixou as marcas da sua passagem justamente nos corpos celestes. Justamente naqueles corpos celestes mais próximos de nós. Já não há mais dúvidas: Marte, por exemplo, é um planeta que já teve a sua abundante atmosfera, os seus rios, os seus mares e lagos, além das suas vastas florestas, do mesmo modo ­ e tal e qual como hoje é a nossa Terra. Os mais diversos monumentos espalhados por toda a superfície marciana não mais deixam margens a quaisquer dúvidas, lá prosperou em tempos muito recuados uma prodigiosa civilização ­ uma civilização HUMANA e cujas marcas da sua existência estão, também, presentes no obscuro passado terrestre. Pirâmides, por exemplo, são uma arquitetura não somente muito avançada, como também uma constante por quase toda a superfície de Marte. E tal tipo de arquitetura veio a ser, exportada de Marte, para o nosso pequeno planeta (veja parte 1 sobre as pirâmides de Cydonia).

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Foto ESA – Agência Espacial Européia

Abaixo, na região marciana de Nepenth Mensae, outra imensa área coberta pelas ruínas de velhas pirâmides tudo devastado por uma imensa torrente de água que varreu todo o planeta após uma antiga catástrofe não identificada e sem precedentes no nosso Sistema Solar. (Foto: ESA)

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Além disso, as ruínas de velhas cidades estão espalhadas por várias regiões de Marte, representando o pouco que veio a restar de uma antiga e muito organizada civilização. Na verdade, aquele planeta foi assolado por uma catástrofe inusitada ­ algo verdadeiramente tão violento que drenou toda a sua atmosfera sugada inapelavelmente para a vastidão do espaço sideral e, consequentemente, ceifando toda a vida no planeta. Veja a foto abaixo:

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– Um resumo da história de Marte cerca de 500.000 anos atrás – por Wesley Bateman – Telepata da Federação Galáctica – Trechos do livro “Through Alien Eyes”.

A existência de um cinturão de asteróides no espaço orbital entre Júpiter e Marte intriga os cientistas da Terra. De acordo com os seres multidimensionais, esses pedaços de rocha (alguns com centenas de quilômetros de diâmetro) que flutuam no Sistema Solar pertenceram ao planeta Maldek, que explodiu devido a um desastre nuclear causado por sua civilização. Os maldequianos eram um adiantado povo que havia desenvolvido tecnologias de obtenção de energia pela desintegração do átomo. Por meio de instalações atômicas, conseguiam controlar o próprio clima planetário. Problemas com uma dessas usinas, montada sobre um selo magnético (chacra) de Maldek, causaram uma reação em cadeia que terminou por desintegrar o planeta. A explosão repercutiu por toda a galáxia e causou estragos nos planetas vizinhos. Marte perdeu suas luas, e as Inteligências Superiores tiverem de ajudá-lo a estabilizar-se formando os satélites Fobos e Demos. A Terra também foi tirada de seu equilíbrio. A história de Maldek é conhecida nos meios ufológicos e esotéricos e frequentemente recontada com o acréscimo de mitos e de julgamentos que a distorcem, imputando aos maldequianos a fama de desobedientes e inconsequentes. Mas, a visão de seres muito evoluídos sobre os acontecimentos naquele planeta é bem diferente.

Marte - Post-14.08.2015-28– Shon Thor de Órion, fala

“Não existem acidentes, como a destruição de um planeta, de que a Luz Divina não tenha conhecimento” afirma Shon Thor de Órion. “O acontecimento que se deu foi baseado em um conjunto de circunstâncias anormais para a civilização de Maldek”. A seguir, Shon Thor dá uma visão mais abrangente do episódio. Vejamos:

“A civilização precisava de maiores espaços para o cultivo de uma série de microorganismos que constituíam a base do sistema alimentar dos seres de Maldek. O controle do ecossistema era vital para eles. Ao iniciarem a manipulação atômica, já sabiam do risco que iriam correr. Assim, suas crianças foram levadas para outro planeta de nome Aldeyat, bem distante do seu Sistema Solar. Sabiam do perigo que corriam em Maldek, mas tinham necessidade do controle sobre as condições do meio-ambiente. Precisavam disso para conseguir alimentos em larga escala. Portanto, foi um ato medido e consequente. Aqueles que queriam evacuar o planeta tiveram autorização para se ausentarem, com a condição de se encarregarem do cuidado com as crianças. Não é fato que a espiritualidade olha por vocês? Então, como iria deixar acontecer um acidente dessa envergadura, sem nenhuma ajuda? Quando aconteceu o afundamento de Atlântida, na Terra, também estava tudo programado. Todos que lá estiveram tinham motivos para serem participantes daquele processo de destruição (Nota pessoal: exatamente como agora, estamos todos aqui porque precisávamos estar, uns para queimar o karma e outros para auxiliar na Transição Planetária).

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Depois da explosão, aqueles de Maldek que se ausentaram decidiram reingressar no Sistema Solar. Como não possuíam mais sua casa, tentaram adaptar-­se a Júpiter e a Marte. Em Júpiter, não foram bem aceitos. Em Marte, conseguiram alguma coisa. Tiveram até a boa vontade de construir algumas pirâmides no campo físico daquele planeta, porém, mais uma vez, encontraram dificuldades. Cansados de tanta batalha, dirigiram-­se para o planeta Terra e conseguiram se misturar com os terráqueos (Nota pessoal: eram os nossos deuses marcianos?). Infelizmente, esses seres sofreram uma degeneração no complexo biológico sutil quando estiveram fora do seu Sistema Solar. Tiveram de sair da galáxia de forma muito rápida, foram expostos a velocidades interdimensionais e isso causou o rompimento do complexo biológico sutil. Certas características da chamada de Síndrome de Down, que surge em alguns seres da Terra, são as dos que haviam saído de Maldek. Existem estudos que falam das pessoas com Síndrome de Down como originários de um planeta intermediário, mas, na verdade, eles são as crianças de Maldek. Já os adultos que as acompanharam na retirada, sofreram em demasia com a viagem e seus circuitos elétricos se oxidaram, o que provocou até, em alguns casos, a destruição parcial de suas atividades cerebrais. Por isso, saíram de lá e decidiram reingressar na galáxia, procurando um ponto próximo de Maldek para salvar suas crianças. Por esse motivo, esses seres aqui, no seu planeta, têm uma vida física mais curta. Vocês podem verificar o adiantamento espiritual deles já que, após a desvestidura do veículo físico, poucos se comunicam com os pais, pois já estão em esferas superiores”.

Marte - Post-14.08.2015-5– Nisos de Moor fala sobre as pirâmides e o rosto de Marte – por Wesley Bateman

Sou NISOR de MOOR, atualmente um Senhor de Planejamento número 862° da casa de comércio de Magail (divisão da casa de comércio nodiana de Domphey). Meu mundo natal de MOOR é o nono planeta a partir de nosso Sol/Estrela e que não possui sistemas radiares. Depois de várias mudanças em curso, uma viagem a partir de meu sistema estelar natal ao sistema estelar no qual vocês moram levaria cerca de 12,3 dias terrestres pelo veículo de viagens espaciais mais moderno. Fui escolhido para narrar minhas experiências da primeira vida e dos acontecimentos de várias vidas que passei na Terra no passado, pois fui um dos primeiros emissários da casa de comércio de Domphey a visitar o planeta Vênus (Wayda). E, também, fui um dos que falaram a Churmay e sua gente nas praias do Lago Samm há muitos (milhões de) anos. Estava, também, entre os que foram empregados, depois da destruição de MALDEK, para ajudar a deslocar todos de Wayda (Vênus) para a Terra. Na minha primeira vida passei uma temporada com vários engenheiros gracianos (de GRACYEA) que, com a ajuda de trabalhadores do planetóide Parn (do radiar Relt/Júpiter), construíram a pirâmide (conhecida na Terra como Pirâmide D&M ) de cinco lados em MARTE e também esculpiram o imenso rosto de pedra no local que vocês chamam Planície de CYDONIA, também localizada no planeta que vocês denominam MARTE. Posteriormente, naquela mesma vida após a destruição de Maldek, fui alguém desprovido de bens materiais, um pobre como vocês denominam, na Terra e trabalhei para o governador maldequiano da Terra Her­Rood até cair no seu desagrado. Quando as coisas transpiraram, saí da Terra várias vezes em naves nodianas, e em minha última volta ao planeta continuei como sempre fora e permaneci lá até minha morte (Nota pessoal: estes relatos estão no livro Through Alien Eyes, de Wesley Bateman, telepata da federação galáctica e são trechos onde está citado o tema em questão. Porém, para melhor compreensão de todos os acontecimentos que ocorreram no nosso sistema solar, uma leitura do livro se faz necessária para uma compreensão geral. O livro está disponível na nossa biblioteca virtual em inglês, mas em breve uma edição em português já está sendo preparada para ser lançada no Brasil, e assim que estiver disponível, colocaremos em nossa BV).

Marte - Post-14.08.2015-6A Planície de CYDONIA em MARTE e as construções feitas pelos gracianos. A  foto tirada pela nave Viking, da NASA em 1976, vemos à esquerda em cima o complexo de construções chamado de cidadela (City) e em cima à direita a FACE gigante. Embaixo mas à direita é possível de se ver a pirâmide de cinco lados chamada de D & M. A impressão de um centro de grande ritual encoberta sob a poeira dos séculos, é reforçada por outras características de Cydonia, como o Tholus, um monte CERIMONIAL enorme semelhante ao da Grã-­Bretanha em Silbury Hill, e da Praça da Cidade, um agrupamento de quatro montes centrada em um montículo, a quinta menor. Esta configuração, de forma sugestiva de mira, acaba por ser localizada no exato centro lateral da cidade (Para mais detalhes veja a parte 1 da série).

Fonte: http://mars-earth.com/cydonia_eygpt/

– As Luas de Marte – Deimos e Phobos

Certa vez, Johannes Kepler, um dos mais importantes nomes da astronomia, propôs que Marte teria duas luas. O motivo: se a Terra tem um satélite natural, e Júpiter tem quatro (conhecidos na época), então Marte, cuja órbita fica no meio do caminho, deve ter dois. Hoje sabemos que o número de satélites de Júpiter chega às dezenas, mas, por incrível que pareça, Kepler acertou em cheio: Marte tem exatas duas luas. E elas foram descobertas há 136 anos.

(Ao lado, a lua Phobos foi descoberta por Asaph Hall) – Foto: Nasa/Divulgação

Na comunidade científica, a maioria acreditava que Marte não tinha satélites naturais. Asaph Hall, duvidando disso, usou um telescópio do Observatório Naval de Washington. Primeiro, ele encontrou o menor deles: Deimos. Alguns dias depois, em 17 de agosto de 1877, observou pela primeira vez Phobos. O satélite mais próximo era mais brilhante e dava uma volta no planeta em apenas oito horas – mais rápido que a rotação de Marte. Para se ter ideia, a nossa Lua leva um mês. Esta, Hall chamou de Phobos e a outra, Deimos (na mitologia, filhos do deus romano Marte). Phobos tem menos de 1% do diâmetro da Lua da Terra. Contudo, como está muito mais perto do planeta, vista da superfície, ela parece ter cerca da metade do tamanho do nosso satélite natural. Além de pequenas, o comportamento das luas é considerado estranho. No Século 20, descobrimos que Phobos está em queda, até se chocar contra Marte. Em 1971, a sonda Mariner 9 mostrou que ambas têm formato de batata. Em 1977, cientistas observaram que a superfície de Phobos era similar às das pedras do Cinturão de Asteróides – e essa deve ser a origem desses satélites naturais, que foram “capturados” pela gravidade do planeta vermelho. Apesar de todas as descobertas sobre os satélites naturais de Marte, eles ainda têm diversos mistérios. Não sabemos, por exemplo, qual é sua composição nem como eles foram capturados pelo planeta. Cientistas discutem há anos possíveis missões robóticas, alguns até acreditam que eles podem ter a explicação para a evolução dos pequenos corpos. E são apenas duas das cerca de 170 luas do Sistema Solar – que podem guardar muitos outros segredos.

Marte - Post-14.08.2015-8– Fobos pode ser oco – Versão científica oficial

Na década de 1950, o astrônomo americano Harlow Shapley (1885-1972) detectou uma aceleração de origem desconhecida atuando sobre Phobos, indicando que ele estava, lentamente, se aproximando de Marte. No início da década de 1960, o astrônomo soviético Josif Sammilovich Shklovsky desenvolveu um modelo para explicar tal aceleração: forças de maré entre Marte e Phobos poderiam causar tal efeito se o satélite fosse muito leve, muito mais leve do que seria possível para um astro, a não ser que ele fosse… oco. Como era muito pouco provável que um astro oco tivesse se formado em uma órbita tão próxima de Marte (a distância de Phobos a Marte é de cerca de 9.500 km), Shklovsky sugeriu que Phobos poderia ser um satélite artificial colocado em órbita pelos marcianos! Essa ideia acabou sendo distorcida para outra: Phobos, um dos satélites naturais de Marte, seria, de fato, oco e, em seu interior, existiria uma civilização avançada, capaz até de realizar viagens espaciais com naves que aportam no interior de uma cratera (?). Os satélites foram fotografados pela primeira vez em 1971 (sonda Mariner 9) e, apesar de serem naturais e maciços, se mostraram muito diferentes de Marte: suas superfícies são escuras, repletas de crateras, e, por serem muito pequenos, não são esféricos. Eles se parecem mais com os asteróides que se localizam entre as órbitas de Marte e Júpiter que com satélites naturais como a Lua ou os galileanos de Júpiter. Suas densidades médias foram estimadas em cerca de 2 g/cm³ (indicando que são de fato muito “leves”, como idealizou Shklovsky), aproximadamente as mesmas de alguns meteoritos rochosos que se precipitaram sobre a superfície terrestre. Os meteoritos são os restos da matéria prima que originou os astros do Sistema Solar. Embora existam algumas teorias nas quais os satélites se formaram junto a Marte, as inúmeras diferenças físicas e químicas entre eles indicam que eles foram capturados posteriormente por Marte.

Pesquisadores; Irineu Gomes Varella (Astrônomo. Diretor do Planetário do Ibirapuera e da Escola Municipal de Astrofísica de São Paulo, no período de 1980 a 2002) e Priscila D. C. F. de Oliveira (Coordenadora do Centro de Documentação Técnica e Científica em Astronomia do Planetário e Escola Municipal de Astrofísica de São Paulo)

Fonte: Uranometria Nova

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– A teoria extraterrestre sobre as luas de Marte

Alguns cientistas, estudiosos e não comprometidos com o Sistema que insiste em ocultar de nós a verdade, atestaram que as luas de Marte aceleram e desaceleram e mudam de altura, o que torna impossível de se fazer um cálculo matemático de sua órbita. Após um prolongado estudo de forças gravitacionais e magnéticas, chegou-se a conclusão de que nenhuma causa natural poderia responder pelas origens das duas estranhas luas e seus comportamentos bizarros, particularmente o exibido por Phobos. A órbita de Phobos é tão peculiar e bizarra, que ele só pode ser classificado como uma espaçonave gigantesca – comentário do cientista Shklovsky. A sonda Phobos II enviada pelos russos em 1989 foi detonada, tudo leva crer que ela foi explodida quando começou a captar uma sombra de um charuto que não corresponde a imagem da sonda e muito menos das luas de Marte. Provavelmente a sonda foi destruída para não revelar segredos ocultos, ou bem um sistema de proteção inteligente de defesa em Marte foi ativado, seja qual for a evidência é gigantesca de que Marte é uma base dos mesmos controladores da nossa Lua (aguardem parte 3 da série), e que a hipótese mais provável e foi defendida por Sitchin é que Marte hoje funciona como uma base extraterrestre, ou um trampolim para cá.

Marte - Post-14.08.2015-10– A opinião de Alex Collier

Em Marte hoje há uma civilização fixa ou várias, há água e temos imagens de florestas e tem até uma atmosfera o que parece que Marte está voltando a se restaurar da catástrofe ocorrida a milhões de anos. Agora o que isso tem a ver com a nossa lua, eu digo que muita coisa e citarei de base para isso aqui as palestras feita por Alex Collier “O lado oculto da Lua”. Vale a pena conferir e vi muitas verdades mesmo não concordando com tudo. Alex Collier tem a fama de ser um homem bem íntegro e diz que consegue canalizar mensagem de uma civilização de Andrômedas ou perto da Plêiades e ele diz que eles são que nem a gente só que com a pele azulada e sem cabelos, e que são seres positivos. Muitas da mensagens corresponde com as pesquisas de Sitchin, como a nossa manipulação genética. – Por Alex Collier

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– Mais fotos estranhas de Marte – O que seria isto?

Antes de ficarmos todos entusiasmados com a foto, vale lembrar que formações rochosas naturais podem aparecer em vários formatos e provavelmente este é o caso aqui. De qualquer forma, o que está pela Internet agora é esta descoberta numa foto tirada pelo jipe-sonda Curiosity da NASA em Marte  e desta vez, o objeto se assemelha a um “caixão de defunto”. Uma questão que não quer calar é: mesmo sendo o objeto uma “mera” rocha, o que custaria à NASA guiar seu jipe-sonda até este e outros objetos anômalos encontrados, para uma inspeção mais próxima, assim sanando qualquer dúvida e erradicando uma a uma as teorias da conspiração da qual a agência vem sendo acusada? Sem mencionar que, sendo esta somente uma formação rochosa, não seria de interesse científico examiná-la devido à sua morfologia anômala? Vale ressaltar que muitos pesquisadores na Internet apostam que o objeto não seja natural. Porém, estando Marte longe de nosso alcance e sendo a NASA a única agência espacial com acesso direto à estas anomalias, esta é uma dúvida que não será sanada tão logo. Veja um vídeo, em inglês, que foi publicado a respeito do achado:

– Mais objetos misteriosos…

O canal do YouTube, Paranormal Crucible, publicou um vídeo narrando sobre um objeto anômalo encontrado em uma foto panorâmica de Marte, tirada pelo jipe-sonda Curiosity da NASA. A foto foi obtida durante o período “Sol 67-75”.

Veja o que o canal do YouTube comenta a respeito do objeto:

“Um objeto bizarro foi fotografado no planeta vermelho, pelo jipe-sonda Curiosity.  A anomalia, que parece ter sido deliberadamente borrada na foto, possui um desenho definitivamente geométrico, e claramente não é uma rocha.”

Abaixo, o vídeo:

Desde que as sondas da NASA chegaram até Marte e começaram sua exploração da superfície daquele planeta, muitos te sido os objetos anômalos localizados por internautas e pesquisadores de UFO, nas fotos publicadas pela agência espacial na internet. E aqui está mais um, que já foi apelidado de “Petróglifo de Marte”. Desta vez, as alegações de anormalidade são devido à uma rocha, cuja foto foi obtida pelo jipe-sonda Curiosity este ano.  Você pode localizar a anomalia? (Foto NASA)

Marte - Post-14.08.2015-12Estaria esta rocha mostrando os restos de um petróglifo oriundo de uma civilização marciana antiga, ou seria mera comparação/coincidência? Observe abaixo:

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Assista o vídeo e tire suas conclusões – UFOvni Disclosure:

Um artigo publicado recentemente no fórum abovetopsecret.com, mostra uma foto interessante da superfície de Marte, onde aparenta a presença de algumas possíveis (mais) anomalias. Certamente, muitos dos objetos em fotos de Marte que são publicados na Internet e declarados por algumas pessoas como sendo “anômalos”, são na verdade fruto de pareidolia, e nossa função aqui é informar, desmistificar, tirar a prova, investigar de maneira racional e objetiva, levando todas as evidências em consideração; aqui temos algo que também pode se encaixar nesta categoria.  Mesmo assim, é no mínimo curioso e inusitado ver estas imagens e vislumbrar a possibilidade da existência de vida marciana complexa. Observem abaixo:

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Parece que há uma mulher em pé no topo de um penhasco, com cabelos longos e usando um vestido, olhando para o jipe-sonda. Logo acima dela parece haver pegadas que levam a algo similar a um bueiro com uma alavanca no topo. E próximo dela há algo que se parece com um pequeno prédio, ou uma tenda. Logo à sua esquerda, parece haver uma pintura na parede (uma saudação?). Observem mais e tirem suas conclusões:

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Marte - Post-14.08.2015-17As fotos originais podem ser encontradas no site da NASA, clicando no seguinte link: mars.jpl.nasa.gov

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– Uma explosão nuclear em Marte?

Todos na Terra ficaram realmente empolgados em saber que o planeta vermelho não foi vermelho no passado, quando os cientistas finalmente admitiram que Marte teve um oceano em uma época remota. E enquanto o mundo focava na notícia vinda dos cientistas da NASA, um satélite sonda em Marte, lançado pela Agência Espacial Indiana, foi procurar por algo que, de acordo com algumas pessoas, aconteceu recentemente – aquilo que parece ser uma nuvem de detonação nuclear na superfície daquele planeta. O satélite sonda, chamado de Mangalyaan, foi lançada em 5 de novembro de 2013 e entrou na órbita marciana em 24 de setembro de 2014. As imagens obtidas pela câmera colorida a bordo do satélite da Índia são muito interessantes, e entre essas imagens está uma que captou a atenção de pesquisadores paranormais e ovniólogos. A imagem que chamou a atenção, mostra algo como uma nuvem de detonação nuclear na superfície de Marte, muito similar àquelas bombas nucleares que têm sido detonadas na Terra. Assim a questão é: o que seria isto?

Uma comparação de imagens entre a mesma região, mas em diferentes datas, mostra algo que se parece com uma nuvem de detonação nuclear. Mas o que teria causado isto?

De acordo com vários estudiosos do fenômeno dos OVNIs, a nuvem que pode ser vista no vasto desfiladeiro Valles Marineris definitivamente possui o formato de uma explosão nuclear, e uma vista ampliada da imagem, aparentemente mostra aquilo que parece ser uma cratera abaixo da nuvem. Há também uma sombra se estendendo dela pela superfície. Levando-se em consideração que isso poderia realmente ser uma explosão nuclear, o que a causou? Provavelmente podemos descartar o vento na superfície, porque a nuvem não possui redemoinhos, de acordo com os pesquisadores. O jipe-sonda Curiosity recentemente detectou metano na superfície marciana, mas as quantidades eram muito pequenas para causar uma explosão, ou grandes crateras. Há várias interessantes teorias, uma delas certamente sugere a possibilidade de que esta seja realmente uma nuvem proveniente de uma explosão nuclear. O físico estadunidense, Dr. John Brandenburg, escreveu no seu recente livro “Death on Mars: The Discovery of a global nuclear slaughter”, que a alta concentração de xenon-129 na atmosfera marciana, junto com urânio e tório na superfície, são, de acordo com ele, restos de uma explosão nuclear que foi causada por um invasor alienígena, que matou duas civilizações marcianas antigas. Há uma guerra em Marte, da qual não temos conhecimento? Ou seria esta “nuvem” outro produto de nossa imaginação?Segundo o Dr. Jonti Horner, uma astrônomo da Universidade do Sul de Queensland, na Austrália, “olhando em imagens de alta resolução da mesma parte do desfiladeiro, mostra que a nuvem não foi nada mais do que uma ilusão ótica na junção de uma cratera com uma vala“. Certamente, o planeta vermelho nos tem dado muito que falar nos últimos meses, e esperamos que mais coisas espetaculares (?) continuem a chegar.

Fonte: UFO Disclosure

Localizações aproximadas das supostas explosões nucleares. em Marte. Imagem: ​ Journal of Cosmology and Astroparticle Physics

– Teria a civilização marciana sido destruída por explosões nucleares?

Pelo que nos é contado, Marte é um planeta desolado e desértico, com nenhum sinal óbvio de vida (?). Mas será que isto sempre foi assim?  Marte uma vez foi um local com uma civilização próspera, uma que talvez foi capaz de construir armamentos nucleares? Vamos conferir com alguns especialistas da conspiração para descobrir isso. Andrew, um cara que gerencia a página no YouTube chamada de UFO Sightings Cape Town, poderá nos explicar mais a respeito desta tese.

“Há literalmente centenas de ruínas de prédios nas poucas fotos panorâmicas da NASA.  O que aconteceu em Marte: Será que foi uma guerra nuclear, ou talvez um asteroide tenha atingido o planeta?  O fato é que há muitos bolsões de humanoides vivos por todo Marte“, ele escreveu numa apresentação de vídeo no YouTube, a qual mostra alguns desses ‘prédios em ruínas’.

Andrew não inventou a ideia de que havia uma civilização em Marte e de que ela poderia ter morrido devido à uma guerra nuclear. Um outro estudioso da conspiração acredita que o holocausto marciano e a Arca da Aliança estejam relacionados. Para isso, vamos olhar num trecho do “Did Spacemen Colonize the Earth?” (Homens do Espaço Colonizaram a Terra?), um livro publicado por Robin Collyns em 1976. Collyns argumenta que certamente houve explosões nucleares em Marte.

“É difícil imaginar uma explosão nuclear em Marte que não tenha sido deliberadamente causada“, escreve Collyns. “É muito provável que a explosão tenha sido feita por algum tipo de propósito relativo à construção. Assim, as observações nucleares podem servir como uma das provas a favor da existência de vida racional. John Brandenburg, um físico de plasma que obteve sua graduação da Universidade da Califórnia, em Davis, e que aparentemente teve uma carreira normal e distinta para um cientista, colocou sua reputação em jogo sobre sua teoria de que a vida marciana foi, talvez propositalmente, destruída com armamentos nucleares. (?)

– Teria Marte sido assassinado?” ele pondera num livro sobre a teoria

Numa entrevista desconcertante para a “Supreme Master Television“, um estação de TV totalmente independente, gerenciada pelo culto Supreme Master Ching Hai International Association, Brandenburg indica que Marte teve duas civilizações humanoides antigas, chamadas de Cydonia e Utopia, as quais tinham um nível tecnológico similar ao dos antigos egípcios (ver parte 1 da série).

– O que aconteceu para aqueles marcianos? Guerra nuclear, disse ele.

“Dois grandes desastres aconteceram em Marte“, ele disse para a Supreme Master TV, apontando para Utopia no mapa. “Um aqui, e então um impacto de asteroide aconteceu aqui, e Cydonia estava bem no meio deles. Isso é intrigante. Por que tantas coisas ruins acontecem em uma área de Marte que, coincidentemente, possui arqueologia nela?” (?)

Abaixo está o seu caso, agendado para publicação no  Journal of Cosmology and Astrophysics, um periódico que recém publicou um estudo sobre o Big Bang como sendo um holograma:

“A alta concentração de Xenon-129 na atmosfera, a evidência de Krypton-80 e os padrões detectados de abundância de Urânio e Tório na superfície de Marte, relativa aos meteoritos marcianos, primeiro vistos pelos russos e agora confirmados pela Espectrômetro de Raio Gama da Espaçonave Mars Odyssey, significa que a superfície marciana aparentemente foi o local de eventos radiológicos imensos, os quais criaram grandes quantidades de isótopos e cobriram a superfície com uma fina camada de detritos radioativos em certos elementos relativos à subsuperfície das rochas. Este padrão do fenômeno pode ser explicado como sendo devido a duas grandes explosões nucleares anômalas em Marte no passado.“

Alegadas ruínas em Marte. Captura de tela: ​UFOSightingsCapeTown.

Assim, aqui está a teoria. Lendo isso, é possível, até chegar na última linha, pensar que aqui está um cientista que pensa que algo estranho ocorreu em Marte – a ideia de ter havido uma explosão nuclear natural num planeta que possui elementos radioativos não tem sido completamente descartada pela NASA (Nota pessoal: quanto mais se chega perto das verdades, quanto mais se analisa e vazam informações e fotos, começam a mudar as histórias). Mas então, ele está apresentando uma pesquisa científica publicada, sugerindo que estas ocorrências tenham sido anômalas, mas não naturais. Se isto não for claro o suficiente, talvez a descrição e título de um próximo livro “Death on Mars: The Discovery of a Planetary Nuclear Massacre” (Morte em Marte: A Descoberta de Um Massacre Nuclear Planetário) será convincente o suficiente.

Ou poderemos somente ler a conclusão do seu documento, uma versão pré-impressa. “Dada a grande quantidade de isótopos nucleares na atmosfera de Marte, assemelhando-se àqueles dos testes da bomba de hidrogênio, Marte pode apresentar um exemplo de civilização que foi disseminada por um ataque nuclear vindo do espaço“, ele escreveu. É possível que o Paradoxo de Fermi signifique que a nossa vizinhança interestelar contenha forças hostis contra civilizações jovens e barulhentas como nós”, ele adicionou. “Tais forças hostis poderiam ser capazes de coisas tão alienígenas quanto serem uma IA (Inteligência Artificial), com uma aversão contra carne e sangue, como no filme Exterminador do Futuro, ou até coisas que lamentavelmente são familiares a nós, tal como o burocrata humanoide sem cérebro do Governador Takin da Guerra nas Estrelas, disposto a destruir o planeta Alderann, como exemplo ao outros mundos.” E é claro, apesar de todas as indicações apontando para este fato, nenhum cientista de alto perfil deu apoio a esta teoria, deixando Brandenburg só, como um tipo de cavaleiro solitário dependendo de si mesmo em sua cruzada contra as mentes fechadas da academia.(Nota pessoal: sabemos que muitos cientistas aparentemente idôneos estão trabalhando para o sistema, seja por ameaça, seja por vantagem tecnológica/permuta de conhecimento alienígena/vantagens financeiras, se bem que, a meu ver, essa última hipótese é a menos provável. A permuta por tecnologia alienígena e conhecimento das raças que habitam e visitam este Orbe, seria o maior atrativo para estes cientistas colaborarem).

Adaptado das fontes: www.dailymail.co.uk e www.foxnews.com

– Detectada névoa acima da superfície de Marte

Marte - Post-14.08.2015-22

Névoas a grandes altitudes acima da superfície de Marte, estão causando comoção entre os cientistas que estudam a atmosfera marciana. Em duas ocasiões separadas, março e abril de 2012, astrônomos amadores relataram ter visto nuvens de poeira se desenvolvendo naquele planeta. As névoas estavam se elevando a altitudes de 250 km acima da mesma região de Marte em ambas as ocasiões. Comparativamente, características similares vistas no passado não excederam 100 km. “A aproximadamente 250 km, a divisão entre a atmosfera e o espaço é muito fina, assim as nuvens relatadas são extremamente inesperadas“, diz Agustin Sanchez-Lavega, da Universidade del País Basco, na Espanha, autor principal do trabalho que reportou os resultados no periódico Nature. O fenômeno se desenvolveu em menos de 10 horas, cobrindo uma área de até 1000 km por 500 km, e permaneceu visível por aproximadamente 10 dias, mudando sua estrutura dia após dia. Nenhuma das sondas que orbitam Marte viram o fenômeno (?), devido às suas geometrias de visão e condições de iluminação na época (?). Porém, ao conferir as imagens arquivadas do Telescópio Hubble tiradas entre 1995 e 1999, e do banco de dados de imagens amadoras tiradas entre 2001 e 2014, foram reveladas névoas ocasionais, embora geralmente com 100 km de altitude.

Observe um jogo de imagens do Hubble, de 17 de maio de 1997, revelou uma nuvem anormalmente alta, similar àquela avistada por astrônomos amadores em 2012.

Marte - Post-14.08.2015-23

Os cientistas agora estão trabalhando para determinar a natureza e causa das névoas, através da análise de dados do Hubble, em combinação com imagens feitas pelos amadores. “Uma ideia que discutimos é a de que as características são causadas por uma nuvem refletiva de gelo d’água, gelo de dióxido de carbono e partículas de poeira, mas para isto seriam necessários desvios excepcionais dos modelos padrão de circulação atmosférica para explicar a formação de névoa em altitudes tão grandes“, disse Agustin. (?)

Marte - Post-14.08.2015-24

“Uma outra ideia é a de que elas estão relacionadas às emissões da aurora, e na verdade as auroras têm sido anteriormente observadas nessas localidades, ligadas à uma região conhecida na superfície onde há uma enorme anomalia no campo magnético da crosta (?)“, adicionou Antonio Garcia Muñoz, pesquisador da ESA e co-autor do estudo. Ainda não se sabe a natureza e nascimento destes curiosos fenômenos marcianos (?) a grandes altitudes. Maiores análises serão possíveis após a chegada das sonda ExoMars Trace Gas Orbiter, da ESA, no Planeta Vermelho, agendada para ser lançada em 2016.

Fonte: phys.org

Assista o vídeo auto-explicativo onde a NASA oculta as provas – Experimentos da Vida em Marte – Vídeo levado ao ar pelo Discovery Channel, o qual mostra que a NASA omitiu informações sobre a possível descoberta de vida em Marte desde a década de 1970. O Professor Gilbert Levin, cientista da Missão Viking e Seth Shostak, do instituto SETI, comentam.

– Conformado pela NASA a existência de água em Marte

A NASA confirmou ter encontrado evidências de água na superfície de Marte. Os dados são provenientes da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, que obteve as informações durante os meses quentes daquele planeta. A água estaria escorrendo das encostas de penhascos que dão face ao hemisfério sul daquele planeta, e seria salgada. Também, segundo a NASA, pode-se notar a diferença do fluxo da água à medida que as estações mudam, ou seja, o fluxo diminui no inverno e aumenta na primavera e verão. O fluxo de água encontrado é de coloração escura e, segundo Alfred McEwen, da Universidade do Arizona e o principal autor do estudo publicado ontem, a razão da coloração do fluxo ainda é desconhecida. Charles Bolden, administrador da NASA declarou que esta descoberta reafirma Marte como um importante destino para a exploração humana no futuro.

Marte - Post-14.08.2015-25Mudança do fluxo de água durante as diferentes estações. Foto Montagem: NASA

(Nota pessoal: há algo um tanto confuso a respeito desta notícia. Apesar das inúmeras fotos de missões para Marte da ESA (Agência Espacial Européia), bem como da própria NASA, já terem mostrado evidências de água no estado líquido na superfície de Marte, só agora a NASA declara oficialmente esta possibilidade. Até hoje, somente a existência de água na forma congelada havia sido admitida pela NASA, a qual, junto com muitos cientistas, sempre afirmou que seria impossível a existência da mesma no estado líquido, devido a atmosfera alegadamente rarefeita de Marte. Por razões físicas, isto faria com que a água em estado líquido não pudesse ser mantida, passando do estado sólido para o gasoso quase que imediatamente. E isto foi o que sempre “pregaram”. Não sabemos (?) porque a NASA agora está voltando atrás em sua (até ontem) perene afirmação, mas do jeito que as notícias estão sendo divulgadas ultimamente, agora só posso imaginar uma coisa: Será que a próxima declaração deles será de que a atmosfera de Marte não é tão rarefeita como sempre afirmaram? Ou então não terão saída para confirmarem os inúmeros objetos estranhos encontrados na superfície, ou ainda, para admitirem de vez a presença alienígena em Marte? Aguardemos)

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– E os indícios aumentam assustadoramente

Novas fotos de uma grande cratera em Marte sugere que a água pode se esconder nas fendas sob a superfície do planeta, o que dá indicações de que a vida existiu uma vez lá, ou até mesmo que ainda exista, disseram pesquisadores. Pesquisas futuras à procura de chances de vida em Marte podem revelar as origens da vida na Terra (?), adicionaram os cientista. A descoberta veio de um estudo de fotos da poderosa sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA, que revelou nova evidência de um ambiente subterrâneo úmido naquele planeta. As imagens focaram na cratera gigante de nome MacLaughlin, que tem aproximadamente 92 km de diâmetro e é tão profunda que a água parece ter fluído para dentro da cratera em algum passado distante. Hoje a cratera está seca, mas contém minerais argilosos e outras evidências de que a água no estado líquido preenchia esta região no passado.

“Levando-se tudo em consideração, as observações na Cratera McLaughlin fornecem a melhor evidência da formação de carbonato dentro de um ambiente de algo, ao invés de ter sido trazido de fora da cratera“, disse o autor do estudo, Joseph Michalski, do Instituto de Ciência Planetária, em Tucson, Arizona, EUA, e do Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra.

Ao invés de procurar por vida na superfície de Marte (?), os cientistas sugeriram que o habitat mais viável para formas de vida simples possa ter sido na água marciana que está no subsolo (vida subterrânea inteligente ou microbiológica?). Na Terra, os micróbios que vivem até 5 km no subsolo perfazem talvez metade de todos os organismos vivos no planeta. A maior parte destes organismos representa alguns dos mais primitivos tipos de micróbios conhecidos, indicando que a vida na verdade possa ter começado no subsolo, ou pelo menos sobrevivido durante a série de impactos cósmicos devastadores que ocorreram de 4,1 a 3,8 bilhões de anos atrás. Já que a gravidade de Marte é de pouco mais de um terço da gravidade da Terra, sua crosta é menos densa e mais porosa do que a do nosso planeta, o que significa que mais água possa vazar para o subsolo, disseram os pesquisadores. Na Terra, seja aonde houver água no estado líquido, praticamente sempre há vida, e os micróbios subterrâneos em Marte poderiam ser sustentados por fontes de energia e reações químicas similares àquelas que suportam este tipo de organismo na Terra.

Primeiramente Michalski estava tentando refutar a ideia de que a água subterrânea invadia a superfície em muitos locais de Marte. “Vejam só, há fortes evidências para este processo nesta cratera“, ele disse. “A ciência é especial porque somos permitidos de mudar nossas ideias.” Os pesquisadores estimam que um lago existiu na Cratera McLaughlin por uma duração desconhecida entre 3,7 e 4 bilhões de anos atrás. Os ingredientes para a vida, “inclusive fontes de energia, seriam mais do que disponíveis na história antiga de Marte, mas não precisa muita imaginação para imaginar um cenário no qual o subsolo seja habitável ainda hoje“, disse Michalski.

Fonte: www.space.com

Posts relacionados: David Icke – David Wilcock – A Origem – Uma pequena parte da História – O Lado Escuro da Lua – 1ª – 2ª – 3ª e Parte Final

– Conclusão e Nota do Blog

De fato, a NASA se resguardou com relação a questão “inteligência extraterrestre” desde os tempos bem antigos. Há inclusive um documento oficial da companhia que deixa BEM CLARO que todos os envolvidos num potencial contato deverão manter sigilo e todas as informações relacionadas deverão ser controladas pela Agência. A questão do sigilo é quase tão antiga quanto a própria NASA. Voltando no tempo, em uma retrospectiva, devido à necessidade de uma política de exploração espacial, que mantivesse os Estados Unidos sempre à frente da ameaça soviética, foi criada, em 1958, a National Aeronautics and Space Administration (NASA). Para sua criação foram encomendados determinados estudos técnicos à algumas instituições americanas. Estes estudos serviram de base para as diretrizes de funcionamento da Agência Espacial Americana. Um destes estudos, chamado Brookings Report, de 1958, abordou a possibilidade da descoberta de vida extraterrestre. O documento recomenda que todos os fatos devem ser mantidos no mais absoluto segredo para evitar possíveis problemas de ordem “política e social”. Baseado nestas recomendações a NASA iniciou seu programa espacial sabendo que poderia encontrar vida em outros planetas e que deveria manter essas descobertas em sigilo. Este é apenas um lado da história. Mas existe um segundo lado, um pouco mais conspiracionista, que sustenta que essa repentina mudança na direção da companhia (Membros da Nasa recentemente foram taxativos que poderemos encontrar uma civilização inteligente na nossa galáxia nos próximos 20 anos – dizem isso porque estamos na iminência da Divulgação, segundo David Wilcock e outros cientistas da Nova Era, vide matérias sobre isso aqui no blog)) com relação ao assunto está se dando muito mais por uma “pressão desconhecida” de segmentos pesquisadores UFO, do que pelo bom mocismo da Agência Espacial. Há muitos investigadores da questão ufológica que sustentam que há em curso um “aumento da pressão” externa (entenda externa literalmente) onde estaremos em breve num ponto sem volta em que todas as máscaras e mentiras deslavadas com relação a atividade alienígena neste planeta cairão. Não podemos deixar de lembrar das palavras cristalinas do ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, que afirmou com todas as letras que vários governos, incluindo o Canadense e os EUA (ambos membros importantes da OTAN) mantém contato com mais de uma civilização de outro planeta. De acordo com as declarações do ex-ministro Paul Hellyer (que atuou no governo nos anos 1960), os seres extraterrestres visitam a Terra há muitos anos e poderiam ter contribuído conosco no que diz respeito à tecnologia. No entanto, eles teriam desistido (?) quando viram a bomba atômica e decidiram que nós éramos uma ameaça para o cosmos (?). Outro que surgiu colocando a boca no mundo foi o astronauta e escritor Edgar Mitchell (vide a série sobre a Lua aqui no blog) “Sabemos que os UFOs são reais. São naves que vêm de fora e os governos sabem disso”, declarou Mitchell, numa entrevista ao repórter Eliot Kleinberg, do Palm Beach Post, de Miami. Esta e outras recentes entrevistas do autor confirmam aquilo que já se sabia: vários astronautas norte-americanos não querem mais atender às determinações da NASA para se calarem diante do que sabem sobre discos voadores e seres extraterrestres. Segundo Mitchell, um número expressivo de astronautas já tendo operado nas mais variadas missões espaciais, tanto orbitais terrestres como de voo à Lua, fizeram observações de UFOs – e alguns tiveram contatos até mais próximos com o fenômeno. O mesmo aconteceu com os cosmonautas russos, que começaram a revelar o que sabem há bem mais tempo que seus colegas norte-americanos. Nós estamos sendo enganados e a verdade está sendo encoberta. Mas isso mudará rapidamente. Há 50 anos essa política de sigilo aos UFOs tinha uma razão militar e estratégica. Agora, não. Tal jogo governamental é pantanoso, sujo e burocrático. Isso tem que acabar e acabará. Os ufólogos não se calam e têm a seu favor o fato de que o Fenômeno UFO está em constante evolução, inquieto, aumentando a cada dia (vide os Crop Circles, aumentando sua incidência a cada dia – matéria também aqui do blog). Não se pode mais tapar o Sol com a peneira. Segundo David Wilcock e David Icke, é interessante ver que a pressão para a desclassificação de informações sigilosas ganhou um importante elemento: O alto custo de manter sigilo. O governo americano é uma maquina eficiente de gerar segredos. O volume de documentos sigilosos cresce numa taxa absurda a um ponto em que não pode mais produzir “inteligência” efetiva, pelo simples fato de não ser manobrável. Os Arquivos Nacionais dos EUA estimam que só as agências de Inteligência, tipo a CIA, produzem UM PETABYTE  (1000.000 de gigabyte) de informação confidencial A CADA 18 MESES. E para isso seria necessário DOIS MILHÔES de funcionários públicos trabalhando um ano inteiro somente para analisar esses documentos para ver se podem ou não ser liberados ao público. Para verificar só o que as agências de espionagem dos EUA produzem num ano, seria preciso usar TODOS OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DOS ESTADOS UNIDOS num trabalho Full-time. Pensemos e estejamos sempre atentos às informações que nos chegam, que podem não estar de acordo com o que é divulgado.
 
EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”

Marte - Post-14.08.2015-27

(Nota Gilberto – Leia Posts anteriores)

Bibliografia para consulta

1 – Through Alien Eyes – Wesley Bateman
2 – A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores – Ramatis
3 – The Cydonia Codex – George J. Haas
4 – Marte – A Verdade Encoberta – Marco Antonio Petit
5 – Planeta Marte – Uma História de Observação e Descoberta – Willian Sheehan
6 – O Mistério de Marte – Graham Hancock
7 – Why Mars? –  W. Henry Lambright
8 – Extraterrestrials – UFO – NASA – CIA – Aliens Mind – Jean Lafayete De La Croix
9 – NASA’s Voyager Missions – Explore Solar System and Beyond – David M. Harland
10 – Trailblazing Mars – NASA’S Next Giant Leap – Pat Duggins
11 – Folhetos e apostilas sobre a Missão Marte da NASA – Kennedy Space Center Complex – Cape Canaveral – Flórida – USA 

Nota: Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual.

Divulgação: A Luz é Invencível

A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado. Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.

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