O Reino Elemental – O Essencial Invisível aos Olhos – 15.04.2015

O Reino Elemental – O Essencial Invisível aos Olhos – 15.04.2015

A vida planetária é regulada por uma série de fatores que, assim como uma máquina complexa, funciona perfeitamente graças à combinação das funções de engrenagens específicas, desenvolvendo seus papéis junto a um sistema todo integrado, com o objetivo de produzir um resultado final desejado. Na natureza não é diferente. A vida é regulada por uma inteligência superior que define a função de cada reino e de cada elemento natural, para que dessa forma, tudo se encaixe perfeitamente dando origem a esse complexo quebra­-cabeças que mantém o equilíbrio da vida na Terra. Seres ligados aos elementos ÁGUA, FOGO, TERRA, AR E ÉTER, OS ELEMENTAIS CUMPREM A AMOROSA TAREFA DE MANTER TUDO O QUE ENCONTRAMOS NA NOSSA MÃE-TERRA EM PERFEITA ORDEM.

Este termo“ELEMENTAIS”, surgiu no decorrer do estudo da espiritualidade no mundo todo a muitos anos, mas também serviu para gerar uma grande confusão nos estudiosos, pois existe a diferença básica entre Elementais da Natureza ou que também são chamados de Gênios da Natureza, com os Elementais que são criados pela nossa consciência. Em primeiro lugar vamos entender com maior simplicidade onde está a diferença entre esses elementais e a sua identificação.

Gênios da Natureza: representam as forças da natureza primordial e secundárias, que podem ser usadas pela nossa consciência para gerar energia; dentro dessa descrição, podemos inserir as Sílfides, Gnomos, Duendes, Salamandras, Ondinas, Silfos, e os diversos grupos familiares desses queridos irmãos que estão ligados aos reinos dos Elohins e por sua vez do plano DÉVICO do planeta; por essa razão podem ser denominados de Gênios da Natureza, pois possuem a mesma qualificação de gênios, com a diferença que neste caso, são apenas as energias primordiais atômicas da natureza.

A essência que dá vida a um Gênio da Natureza é por exemplo, a estrutura atômica do elemento fogo, água, ar e terra, que tem relação direta com os seres que são formados por esse aspecto básico. A estrutura atômica universal contida na essência Divina do Plenum Cósmico/Deus, na imanência do Universo multidimensional, é um Elemental Atômico ou Multidimensional, que serve de alicerce e alimento para que os Gênios da Natureza possam existir.

Quando não cuidamos do planeta e não respeitamos essas forças, elas são somatizadas pela atmosfera planetária, de forma a produzirem um ambiente profundamente afetado, que padece pela toxina originada pela ignorância humana. Além de todas as nossas falhas ecológicas, ainda despejamos sobre o planeta, descargas periódicas de desequilíbrios mentais e emocionais que se condensam na aura do globo, gerando efeitos assustadoramente nocivos. Toda nossa raiva, medo, rancor, egoísmo, ansiedade e pessimismo, gravitam na nossa atmosfera sutil e acabam voltando para nós mesmos, os reais geradores, e o resultado disso é que nos intoxicamos mais a cada dia, em um ciclo contínuo. Mas a natureza tem seus mecanismos de defesa para ajudar a manter a sua imunidade, porque a Terra/Gaia é um grande organismo vivo, assim como o corpo humano, que esse quando atacado por um vírus, imediatamente reage colocando seus anticorpos em ação, para evitar os desequilíbrios eminentes. Os elementais da natureza nos dão força para continuarmos aqui na Terra. São seres extremamente sensíveis, são alegres, fortes e de modo geral, atendem a pedidos sinceros e humildes.  São eles:

Gnomos: por serem elementais da terra; podemos sintonizar com eles, ficando descalços, tocando na terra.

Ondinas: elementais da água; sintonizamos com eles, ficando descalços, tendo junto de nós um copo com água pura.

Salamandras: elementais pertencentes ao fogo; sintonizamos com eles, acendendo uma chama de uma vela.

Silfos: elementais pertencentes ao elemento ar; a sintonia com eles é através do Prana, a respiração.

Éter: pertence também ao elemento ar, mas é o ar da vida, um ar onde a aura sente. Nunca devemos invocar elementais sem uma necessidade justa ou por mero egoísmo. Eles são extremamente sensíveis.

Devas : são os espíritos da natureza (anjos da natureza). São construtores etéricos no qual constroem primeiramente a forma etérica (energética) e permanecem junto dela até a forma física. Devas constituem todo o reino natural, no qual todos os espíritos da natureza estão sob a orientação direta do maior espírito da natureza: Pã (rei dos Devas). Sua aparência é de um ser meio homem meio bode, que, infelizmente teve atribuída a si má reputação. Ele na verdade existe apenas para servir ao Criador. Os Devas são os responsáveis pelo plano de planejamento e os espíritos da natureza e elementais são os construtores desse plano. Essa linha de evolução é igualmente responsável pela construção da forma não só de cada cenoura, de cada ervilha, de cada rosa no  jardim, como da forma da humanidade. Os Devas são também os controladores dos quatro elementos e os instrutores dos anjos. Eles são poderosíssimos no controle dos quatro elementos e precipitam ou param tempestades, ciclones, vulcões, terremotos e etc. Eles podem evitar as catástrofes, causadas pelo próprio ser humano no uso indevido de seu livre arbítrio, mas somente quando recebem apelos para tal afinidade.

Fadas: elas são também zeladoras do reino da natureza e do reino animal, assim como atuam como guias espirituais para alguns, em corpos humanos. É importante não subestimar o papel fundamental que as fadas têm no processo da Ascensão: não somente elas mantêm as vibrações da natureza, bem como energizam as manifestações da natureza. Elas também protegem os códigos da natureza para manter a sua energia, para ativar a energia da natureza, bem como para permitir que a natureza ascenda. As fadas agem como pontes de luz entre a natureza e os seres do planeta: uma de suas missões é trazer a união entre a natureza e a humanidade.

OS ELEMENTAIS NA HISTÓRIA DOS POVOS DA ANTIGUIDADE

O nome Elemental significa “Espírito Divino”. El = senhor; mental = vibração mental superior. Estes são os espíritos da natureza. Deus, por interferência amorosa de Seres de Luz, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução. Estes três Reinos são: Elemental, Angelical e Humano. A história nos conta sobre os seres elementais, desde a mais remota antiguidade. E, os antepassados de toda a humanidade legaram inúmeros relatos a respeito dos mesmos. No início da humanidade na Terra, os seres da natureza, encarregados de cada elemento, cuidaram para que tudo fosse feito com exatidão e ordem. A criação representa um Todo inseparável, uma corrente cujos elos não podem ser rompidos. Os Elementais são os dinamizadores das energias das formas e integram-­se aos Elementos da Natureza.

O filósofo e fisiologista Empedocles, considerava que a matéria elemental era constituída pelos 4 quatro elementos e podiam ser submetidas ao amor, para uni-­los e a discórdia, para separá-­los. O alquimista francês, Francis Barret  colocava que os quatro elementos, formam a base original de todas as coisas, compondo o corpo não por aglutinação, mas por transformação e união. Os elementos podem ser transformados um no outro. Se a Terra é por demais irrigada, dissolve­-se transformando-­se em líquido (Água). A Água endurecida e condensada transforma-­se em Terra. Quando a água é evaporada por aquecimento, transforma-­se em Ar. Se a água é queimada, transformasse em Fogo. O Fogo quando se apaga vira Terra, e assim vai seguindo, nada perdendo e sim se transformando.

Platão atribuiu três qualidades a cada Elemento. Ao Fogo: fluidez, claridade, mobilidade. À Terra: escuridão, densidade e imobilidade. O ar recebe do Fogo fluidez e mobilidade, da Terra escuridão. A água recebe da Terra escuridão e densidade e do Fogo, mobilidade. Hermes dizia que o Fogo é ilimitado e invisível. Interpenetra todas as coisas, espalha-se pelo Céu e é reluzente. Encontra-­se nas pedras, extraídos por um golpe com metal, na Terra quando ao ser escavada solta fumaça, na Água aquecendo as fontes, no mar que esquenta ao ser agitado pelos ventos, no ar que queimamos. Todos os animais e criaturas vivem devido ao calor. Na Terra estão contidas as sementes, as virtudes germinativas de todas as coisas e, portanto a Terra é animal, vegetal e mineral. Fertilizada pelos outros elementos e pelo Céu, a Terra faz nascer dela mesma a abundância e todas as coisas, encerra grandes segredos. A Água, segundo Platão, é uma virtude germinal de todas as coisas, sem ela nenhuma erva ou planta pode brotar. Especialmente os animais, cujo sêmen é de origem aquosa. O Ar é um Espírito Vital que permeia todos os seres, dando vida e substância a todas as coisas. Recebe dentro de si a influência de corpos celestes, recebe a essência de todas as coisas naturais e artificiais, fornece matéria para diferentes sonhos e adivinhações.

Zodiaco

OS ELEMENTOS E A ASTROLOGIA – UM BREVE RESUMO

Na Astrologia, os elementos simbolizam uma função psíquica. Fogo simboliza percepção, que significa perceber o que ocorre ao seu lado sem necessidade de raciocínio. Terra simboliza sensação, sentir o que acontece na vida e como suportar esses acontecimentos. Ar simboliza pensamento, comunicar e analisar seus pensamentos. Água simboliza sentimento, como lidar com os sentimentos e emoções. Os doze signos do zodíaco são divididos em quatro temperamentos:

Signos de Fogo: ardentes, românticos, espontâneos, auto­suficientes.

Signos de Terra: práticos, conservadores, sensuais, reservados, prudentes e realistas. 

Signos de Ar: comunicadores, idealistas, sem preconceitos, livres.

Signos de Água: emocionais, intuitivos, sensíveis, profundos.

OS ELEMENTAIS EMOCIONAIS CRIADOS POR NÓS

Mesmo o ser humano desconhecendo sua real condição divina, permanece incansavelmente criando energias e formas que chamaremos de ELEMENTAIS EMOCIONAIS. Esses são cargas ou frequências de energia mental e emocional emitidas a partir de pensamentos e sentimentos, podendo assumir qualquer forma dependendo da vibração e intenção da fonte criadora do mesmo. Um elemental está formado pelas mesmas matérias e substâncias do Universo e por consequência pode adquirir vida própria. De uma maneira mais simples, poderíamos dizer que qualquer sentimento ou pensamento é um elemental e que o modo como uma pessoa vibra, sente ou pensa, irá determinar a carga ou polaridade do elemental que será criado.

COMO SE CRIA UM ELEMENTAL

A partir do chakra frontal é moldada a matéria psíquica cósmica formatando os pensamentos que passam a serem carregados ou alimentados a partir do centro cardíaco pela energia emocional, a partir destas duas energias somadas à força física etérica, que é o ectoplasma, é criado um elemental. O mesmo aparece primeiro dentro do campo energético ou duplo etérico da pessoa até adquirir força necessária para se auto-manifestar no plano astral, passando a se deslocar livremente, porém sempre voltando à fonte que o criou. Normalmente quando uma forma elemental volta, ela entra pelo chakra umeral. O interessante é que a maior parte dos processos obsessivos se encontra ligados a esse chakra, o que nos leva a concluir que a fonte destes processos parte quase sempre da própria pessoa. Esses elementais podem ser de dois tipos: Conscientes e Inconscientes.

SUBCONSCIENTES (EMOÇÃO/PENSAMENTO)

Este tipo de elementais são criados a partir de um sentimento/pensamento e estão sujeitos ao impacto das emoções. São as formas mais comuns que o ser humano cria e as mesmas nos acompanham desde a nossa criação como almas que influenciam todo nosso sistema de corpos inferiores (mental inferior/astral/emocional/etérico e físico).  A polaridade de um elemental depende da energia emitida pela pessoa. Quase tudo que criamos se encontra dentro dessa classificação. Na polaridade negativa temos como exemplo os processos destrutivos no que se refere aos elementais criados por vícios e maus hábitos. Existem muitos elementais negativos formatados há séculos pelas nossas experiências dentro da Matrix da manipulação, os quais se encontram arraigados na nossa alma e por consequência no DNA. Alguns exemplos: raiva, ódio, inveja, ciúmes, medo, culpa, fanatismo, entre outros.  Lembrando também que enquanto dormimos, continuamos criando elementais, pois a nossa mente continua na sua função, pois é dentro do plano astral que se formatam a maior parte dos processos de manipulação para com a humanidade; é ali onde o Ser é extremamente manipulado, levando ao mesmo criar formas deturpadas de energia que mais tarde se manifestam num quadro auto-destrutivo.

ELEMENTAIS CONSCIENTES (PENSAMENTOS/SENTIMENTOS)

Quando uma pessoa cria um elemental dentro desses parâmetros, se encontra consciente, influenciando-­o a partir do seu pensamento, o qual construiu as imagens a partir da matéria mental tornando-­se um mestre na criação e visualização de imagens mentais. Logicamente que a emoção e sentimento entram em jogo, porém não de uma maneira errada e sim desempenhando um papel de apoio. Quando criamos elementais a partir de nossos pensamentos/sentimentos, estamos lidando com a substância divina, por isso, devemos criar aqueles que vão beneficiar nossos semelhantes e não apenas satisfazer nossos desejos, pois dessa maneira estaremos negativando a “nós mesmos e nossa criação”.  Esses elementais são em geral formatados a partir da visualização e poder de criar campos de forças a partir da energia cósmica usando nossa mente, vontade e intenção.

COMO LIMPAR O CAMPO ASTRAL DOS ELEMENTAIS NEGATIVOS

Temos gravitando ao nosso redor, por existências, elementais criados por nós mesmos, a respeito de coisas que nem imaginamos. E o plano astral tem toda ordem de desejos de todo mundo fervilhando, muitas vezes em contradição de propósitos. São energias nossas, que criamos, e que precisam ser dissolvidas, até para que essa energia volte pura para nós. Se é tão demorado para o elemental ir perdendo a força gradativamente, já que não estamos mais alimentando-­o de nosso fluido energético, nós temos porém o poder quase que instantâneo de “libertá-­lo de sua missão” , pela nossa intenção. Assim, a proposta é  que cada um individualmente, faça a limpeza de seu campo astral, para tornar sua vida mais leve. De que forma pode-se fazer isto? Simplesmente dando um comando, porque nós investimos nos elementais, a força que eles tem e, portanto, temos o poder de dissolvê­-los. A proposta é de que cada um faça regularmente um decreto a respeito disto, que pode ser algo sugerido da seguinte forma: “Decreto a libertação e dissolução de todos os elementais criados por mim, neste ou em qualquer outro momento da minha existência como espírito eterno que sou, tornando limpo meu campo energético, já. A partir de hoje, novas experiências poderão gerar outros seres auxiliares para me permitir alcançar novas metas, com mais consciência e força ainda. Está feito, selado e decretado.”

Fadas

UMA VISÃO ESPIRITUALISTA DOS ELEMENTAIS

Ondinas, sereias, gnomos e fadas são apenas denominações de um vocabulário humano, que tão somente disfarçam a verdadeira face da natureza extra-física, bem mais ampla que as percepções ordinárias dos simples mortais. Em meio à vida física, às experiências cotidianas do ser humano, temos muitos seres vivos, atuantes e conscientes. O universo todo está repleto de vida, e todos os seres colaboram para o equilíbrio do mundo. A surpresa com a revelação dessa realidade, apenas exprime nossa profunda ignorância quanto aos “mistérios” da criação.

As questões relativas aos seres elementais levantam, ainda, novo questionamento. Os elementais – sejam gnomos, duendes, salamandras ou quaisquer outros – são seres que advêm de um longo processo evolutivo e que estagiaram no reino animal em sua fase imediatamente anterior de desenvolvimento. Portanto, devem ter uma espécie de consciência fragmentária. Onde e em que momento está o elo de ligação desses seres com a humanidade? Quer dizer, em que etapa da cadeia cósmica de evolução esses seres se humanizarão e passarão a ser espíritos, dotados de razão? Até hoje os cientistas da Terra procuram o chamado “elo perdido”. Estão atrás de provas concretas, materiais da união entre o animal e o ser humano e buscam localizar o exato momento em que isso teria ocorrido. Em vão. Os espíritos da natureza, seres que concluíram seu processo evolutivo nos reinos inferiores à espécie humana, vivem na fase de transição que denominamos elemental. Entretanto, o processo de humanização, ou, mais precisamente, o instante sideral em que adquirem a luz da razão e passam a ser espíritos humanos, apenas o Criador conhece. O plano da criação é verdadeiramente grandioso, e a compreensão desses aspectos desperta em nós uma reverência profunda ao” autor da vida”.

CONCLUSÃO

Mais uma vez, devemos honrar a vibração e a presença sagrada da natureza, e então, através do processo de confiança, o reino elemental começará a ressurgir em maior abundância, entrando em contato com aqueles que criaram uma conexão mais forte com a natureza. Houve uma época em que ter uma conversa com um elemental era extremamente comum. E isto se manifestará mais uma vez. Eles começarão a se conectar com determinadas pessoas que mantêm um desejo de recordarem a magia da natureza, trabalhando respeitosamente com ela e com os códigos do Criador, inseridos nela. Eles guiarão muitos para que realizem pequenas ativações energéticas na Terra que a capacitem, mas que também permita que mais energia da força vital flua através do núcleo de Gaia, criando uma poderosa rede de luz natural. Os seres elementais têm o maior conhecimento de como apoiar e auxiliar a ascensão da Terra e podem guiar muitos a ascenderem e dominarem os seus corpos físicos, através do processo de serem úteis à Terra. Agora é o momento de uma maior conexão da humanidade com o reino dos Elementais. A confiança e a crença entre nós e eles precisa ser construída novamente, a fim de que uma verdadeira conexão se forme. Os Elementais confiam na humanidade, porque eles são capazes de acessar o plano divino da Terra e podem ver que a forma com que alguns seres humanos maltratam o planeta é um processo natural de aprendizado, que é de curta duração em termos da ascensão dela, mas naturalmente eles ainda podem sentir a dor da Terra e do reino da natureza, pois muitas vezes as suas energias incentivam a cura da dor. A Humanidade foi de algum modo moldada a desconsiderar o poder e o propósito dessas energias, porque se todos fossem compreender o propósito destas, a ascensão seria alcançada com maior facilidade. Há agora uma necessidade de reconstruir a confiança, a fé e a crença neles, como mensageiras do Criador e zeladoras dos códigos da natureza que ajudam a ascensão da Terra. O processo de respeitar e de trabalhar em harmonia com a natureza, com as Fadas, Devas e Seres Elementais é uma etapa importante e essencial para a ascensão de todos, e a compreensão de uma consciência unida do Criador e da Terra. Através destas etapas, irão ocorrer muitas curas, que a Terra poderá se tornar irreconhecível, devido à manifestação de suas elevadas vibrações e de sua brilhante luz.

“Sábio é aquele que se esforça para purificar seu próprio mundo e para fazer amizade com os Seres da Natureza, derramando Amor, Gratidão e Bênçãos sobre aqueles que delicada e incessantemente servirão a humanidade, se ela desejar proteção em tempos de crise”. – Serapis Bey.

Bibliografia para consulta

1 – Os Elementais – Franz Hartmann
2 – A Magia Divina dos Elementais – Rubens Saraceni
3 – Os Espíritos Elementais da Natureza – Jorge Angel Livraga
4 – Manual de Cura e Sabedoria Xamã – Dario Hutymany
5 – Ativações Espirituais – Bruno J. Gimenes
6 – Miasmas e Elementais – Rodrigo Romo
7 – Uso Prático das Energias – Manu
8 – Terra 2020 – Alberto Farah
9 – Paganismo – River Higginbotham
10 – Wicca – The Elements and Magick Guide – Kristina Benson
11 – Astrologia, Psicologia e os Quatro Elementos – Stephen Arroyo
12 – A Voz dos Quatro Elementos – Maria Alba
13 – O Feminino e o Sagrado – Cristina Balieiro
14 – Xamanismo – Um Guia para a Vida – William Hadcock 
15 – Livros da Ponte para a Liberdade – Biblioteca Virtual
16 – Livros da Fraternidade Branca sobre os Elementais – Biblioteca Virtual
17 – Samadhi – pelo espírito de Ramatis – Hercilio Maes 

Nota – Você encontra alguns livros relacionados na Biblioteca Virtual.

Divulgação: A Luz é Invencível

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