As nossas Crenças em Falsos Mestres e a Arte de Coexistir – 18.02.2015

As nossas Crenças em Falsos Mestres e a Arte de Coexistir – 18.02.2015

Há quanto tempo que a nossa humanidade na sua grande maioria acredita em falsos “mestres, santos, deuses e iniciados”? Há quantos séculos alimentamos seres deturpados como o tal de “diabo”, do inferno, purgatório e de outras formas de energias negativas implantadas pelas religiões? Nos textos apócrifos se faz referência ao inferno como estado existencial, que se caracterizava pela perda do contato com a divindade e não uma prisão ou lugar concreto. Veja que no ano 325 quando a Igreja se impôs como religião do estado, ”Inferno e Diabo” passaram a ser usados como conceitos para aterrorizar as pessoas e mantê-las presas á superstições. Para incrementar, usaram a imagem do deus Grego Pan (o senhor dos prazeres) que era uma aterrorizante figura homem-bode. Já o purgatório foi “inventado” no século IX e incorporado a doutrina cristã no século XII. 

Continuamos ainda mantendo uma imagem totalmente deturpada e falsa de uns dos Mestres e Consciências mais importantes da nossa atual civilização, que é o que chamamos de Jesus. Basta a gente se aprofundar nos trabalhos sérios e competentes de muitos historiadores os quais se fundamentam em antigos textos encontrados nas últimas décadas e comprovar que este ”Jesus criado” pela Igreja Católica não passa de um arquétipo copiado de outras religiões, algumas delas consideradas pagãs, formatando apenas um poderoso SER, usado para alimentar os interesses políticos e dar sustentabilidade ao poder dessas instituições religiosas. Essa ”forma criada”, está carregada da energia de milênios de dor, morte, domínio, manipulação, mentira, horror, sangue, injustiça, etc…

Pensemos nas atrocidades cometidas ao longo dos séculos em nome dele.

Espiritualidade e religiao A verdadeira energia Criadora se manifestou não só em apenas uma pessoa, e sim em diferentes seres que tiveram condições em várias épocas do planeta, ainda encarnados, canalizarem as energias diretas do Plenum Cósmico. A verdadeira identidade destes seres permanece ainda entre nebulosas de mentiras, confusão e manipulação de informações.

Restam-nos apenas os ensinamentos deixados por muitas dessas Consciências, os quais precisam ainda ser desvendados e separados de tanta mentira e deturpação.

Da mesma forma foi criado outra entidade chamada ”Lúcifer” no qual colocamos todas as “culpas”. Pois este ser realmente nunca existiu. Erros e mais erros de tradução e interpretação nos levaram a terríveis confusões. As religiões e dogmas se aproveitaram disto em mais uma tentativa de manter o domínio das massas, profanando os verdadeiros ensinamentos e incutindo o medo, culpa e pecado nos seus fiéis. Assim, durante séculos nos afastamos de uma Realidade Universal, realidade esta imutável desde nosso ponto de vista e sim, transformável por forças e energias criadoras que fogem ao nosso entendimento. Quando estudamos níveis de Consciências, chegamos à conclusões bastante diferentes, e passamos a entender que existem vários níveis evolutivos e que essa consciência pode ser entendida de várias maneiras, de acordo com o contexto e o ponto de vista em que ela está inserida, e de qual dimensão estamos falando.

Estudando história, as lendas, os mitos e observando como sempre, em todas as épocas e situações fomos vitimas das nossas crenças, fomos dominados por acreditar nelas e o pior de tudo é que sempre “pegamos carona” nas crenças de outros. 

Ate hoje, só doamos nossa preciosa FÉ a personagens históricas “divinizadas”. A Verdadeira Hierarquia NÃO esteve na Terra durante as ultimas civilizações. Foram apenas algumas mulheres e homens que encarnaram aqui em missão e canalizaram não só a energias dessas Consciências, mas também deixaram as mensagens para nossa libertação. INCLUSIVE O JESUS HUMANO DO CRISTIANISMO.

A ideia do que é uma Grande Consciência Criacional permanece gravada em nosso âmago e se faz “notar”, como um sentimento em nossos corações, pois nunca esse tipo de energia chegou perto da nossa forma mais física, portanto, a coisa toda é INTERNA. Agora, com a transição planetária, com o aumento do nível de consciência do planeta e dos seres humanos, começamos a vislumbrar uma mudança neste quadro. A Criação independe de qualquer personalidade ou Ser, Ela simplesmente É e como tal, qualquer personificação num Deus ou qualquer coisa assim é inútil.

Todavia, que a nossa compreensão foge do verdadeiro conceito da Criação é vero mas, nós a experienciamos fortemente, sendo que somos parte da manifestação divina da Mesma.

A respeito das consciências responsáveis pelo projeto humano e em especial na Terra, podemos colocar duas coisas:

– passamos por um bloqueio temporal. Isto significa que passaram-se milênios no nosso planeta enquanto, nas Esferas Superiores foram “minutos”, permitindo que muita coisa saísse do controle.

– por outro lado, a pouquíssimo “tempo” que essa Hierarquia voltou novamente seus “olhos” para o planeta. Podemos perguntar: porque a Hierarquia, não acaba de uma vez com a “grande bagunça” na qual  a humanidade se encontra?

Na nossa realidade física, o que esta Hierarquia Espiritual pode fazer é “assoprar nos nossos ouvidos” orientações para que nos comportemos e vibremos nos padrões da misericórdia, do amor e de luz. Para que dessa forma criemos as condições mínimas, que permita que alguns dos seres mais próximos à nossa realidade, que fazem parte destas Hierarquias Iluminadas, consigam atuar e auxiliar no processo de libertação e resgate na Terra. 

Outro ponto a considerar é a grande influência de grupos de diferentes origens estelares que se encontram ligados a este processo, seja porque ainda não conseguiram sair do campo vibracional da Terra, porque continuam encarnando ou pelas almas que se encontram em missão ligadas aos mesmos. Estes grupos possuem seus próprios interesses e objetivos.

Muita coisa está em jogo em nosso planeta. Lembremos que, muitas das almas encarnadas já fizeram acordos e pactos com estes grupos estelares, os quais no passado foram considerados nossos” deuses”.

UMA METÁFORA PARA REFLEXÃO

Imagine que você está perdido em alto-mar. A praia pode ser vista, muito distante. Você sente vontade de ir nadando até lá, mas pensa que não vai conseguir chegar nadando: poderá morrer de exaustão ou cãibra. Então você fica parado, boiando no meio do mar, esperando algum barco passar, ou algum milagre. O mar está agitado, com ondas gigantescas, que jogam você de um lado para o outro. Você luta para se manter com a cabeça fora d’água, até que – como tudo na vida – a tempestade passe. E ela passa.

Os ciclos vão se alternando, você já se acostumou com a situação, até que um dia, a superfície do oceano ficou lisa como a de um lago, e você pôde então divisar o infinito do horizonte. Ao longe, você percebe um objeto boiando. “Uma tábua de salvação!”, pensa. Ela estava lá, o tempo todo, mas você não a percebeu por causa das ondas, da agitação do mar.

Agora você tem uma opção que lhe abre novas possibilidades. Você pode continuar esperando o milagre e lidando com as adversidades do jeito que você estava acostumado, ou pode ir até a tábua, agarrá-la e usá-la para sair dessa situação de uma vez por todas, nadando até a salvação da praia (por mais distante que ela pareça). Ou você pode ir até a tábua e descansar, agarrado nela, ainda esperando pela salvação (que talvez nunca chegue).

A tábua não é a salvação em si. É um meio para a salvação.

Se imagine nadando com a tábua. Ela é um facilitador. Você sabe que poderia nadar sem ela, mas seria muito mais cansativo. Poderia até não chegar à praia sem ela. E levaria muito mais tempo. Poderia até nadar pro lado errado, pois não estaria com a cabeça para fora d’água.

Imaginem agora quem é a “tábua”.

MonjaCoenMonja Coen

 Conviver é respeitar/aceitar/discordar/amar/permitir/calar/falar…

“Evolução espiritual não se mede pelo time que eu torço ou a religião que eu professo,
Nem pela formação que eu tenho, Nem pelo meu dinheiro ou beleza,
Mas pela maneira como eu reajo diante das dificuldades que enfrento.
O meu comportamento no enfrentamento é que vai determinar em que nível eu me encontro….”

Somos todos UM, mas com opiniões diferentes.

“A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.” – Albert Einstein

Bibliografia para consulta

Deus sem religião – Sankara Saranam
A Yoga de Jesus – Paramahansa Yogananda
O Evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec – FEB
Histórias das crenças e das ideias religiosas – Vol 1 e 2 – Mircea Elíade

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